Ir para o conteúdo

Governador Flavio Dino lança livro ‘O Fim do Desenxergar’ que destaca políticas públicas que estão mudando a vida da população maranhense

A transformação da vida de homens e mulheres que vivem nos 30 municípios de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Maranhão, captada pelo o olhar atento e sensível do jornalista Xavier Bartaburu e do fotógrafo Fellipe Neiva resultou numa grande obra.

O livro ‘O fim do desenxergar e outras 29 histórias de mudança no Maranhão’ foi lançado, com a presença do governador Flávio Dino, nesta segunda-feira (28), reunindo fotografias, relatos e histórias levantadas pela dupla que percorreu os municípios que são atendidos pelo Plano Mais IDH, do Governo do Estado.

O Plano Mais IDH é um dos compromissos do governador Flávio Dino e que foi cumprido logo no primeiro ano de gestão. O Mais IDH concentra ações de educação, saúde, geração de renda e infraestrutura nas cidades mais vulneráveis do Maranhão. Ao longo de quatro anos,  políticas públicas e uma série de ações chegaram onde décadas ficou esquecido. Para o governador Flávio Dino, o livro capta exatamente essa essência.

“Fazer um livro sobre a pobreza do nosso estado é uma opção ética e estética, se coloca no comando não apenas a tonalidade fria dos números e das estatísticas mas sintoniza como parâmetro de eficiência as pessoas, pequenas mudanças, e nós nos orgulhamos de cada pequena mudança como sendo a salvação da humanidade inteira. Se não valorizarmos a colheita do produtor rural, se não valorizarmos uma consulta, se não valorizarmos a noção de pertencimento a uma Escola Digna, de cada criança, de cada professor, de cada lavrador, de cada homem e mulher pobre desse estado nós nunca vamos conseguir estatísticas grandiosas”, declarou o governador Flávio Dino durante o lançamento do livro.

Lançamento do livro

O jornalista Xavier Bartaburu percorreu 6 mil quilômetros entre as cidades que estão no livro, ouvindo e conversando com as pessoas e, em cada canto, um antes e depois animador. O que antes era esquecimento e invisibilidade, hoje é oportunidade e novos sonhos.

“Eu acho que o programa Mais IDH é um programa que vale ser replicado o máximo possível. Eu me sinto um emissário de boas notícias de grandes transformações que estão sendo feitas no estado. Foi um privilégio imenso poder conhecer essas ações, esse trabalho que está sendo feito e entrar na casa das pessoas e conhecer a história de vida delas e poder contar e registrar em algo que é perene, que é esse livro”, relatou.

As lentes do fotógrafo Fellipe Neiva captaram, segundo ele, mais que expressões e sonhos, elas revelaram vidas que passaram por grandes sofrimentos, mas que pouco a pouco esse sentimento de dor está sendo substituído pela esperança por dias melhores.

“Foram três meses de viagem pelas 30 cidades que recebem o programa Mais IDH e me surpreendeu como houve mudanças na vida das pessoas, elas passaram a ter dignidade e perspectiva de vida. É muito emocionante saber que um governo olha para essas pessoas que foram durante anos esquecidas”, comentou Fellipe Neiva.

Os autores do livro

Os autores do livro “O fim do desenxergar”

Pelas mãos do governador Flávio Dino, o agricultor José Elier Barros recebeu o livro, em que foi personagem, personagem de uma história real. Ele ficou cego após um acidente de trânsito, e mesmo com as dificuldades causadas pela cegueira continuou com o trabalho como agricultor em Santa Filomena do Maranhão, quando chegou até ele o apoio dado pelo governo aos agricultores familiares, Elier diversificou a produção e aumentou a renda da família.

“Eu quero que vocês passem a conhecer mais de perto o escritor desse livro que me deu a oportunidade de ser conhecido. Eu estou muito agradecido e me sinto um privilegiado, porque esse é o fim do desenxergar”, afirmou José Elier Barros cuja história inspira o título do livro.

Na nova composição da Assembleia Legislativa, maioria parlamentar será base aliada do governo do Maranhão

Na próxima sexta-feira, 1º de fevereiro, a Assembleia Legislativa do Maranhão recebe os deputados estaduais eleitos e reeleitos em outubro de 2018 para o mandato 2019-2022. Das 42 vagas, 23 foram preenchidas por candidatos eleitos e 19 deputados repetirão mandatos na Alema.

Nesta nova composição, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) é a sigla com a maior bancada na Assembleia, representado pelos parlamentares Dra. Cleide Coutinho, Márcio Honaiser, Rafael Leitoa, Glaubert Cutrim, Yglésio Moisés, Fábio Macedo e Ricardo Rios.

O Partido Comunista do Brasil (PC do B), do governador Flávio Dino, fica bem articulado com a segunda maior bancada. Ao todo, seis parlamentares fortalecerão o apoio ao governo do Estado, são eles: Ana do Gás, Adelmo Soares, Professor Marco Aurélio, Carlinhos Florêncio, Duarte Junior e o presidente da Assembleia, Othelino Neto.

O Democratas (DEM) é o terceiro partido de destaque, conseguiu eleger cinco deputados, Daniella Tema, Neto Evangelista, Andreia Rezende, Paulo Neto e Antônio Pereira.

Nesta legislatura chama a atenção a alta porcetagem de parlamentares que decidiram pelo apoio ao governo do Maranhão, conduzido por Flávio Dino. Os comunistas, obviamente, são base de apoio de Dino. Assim como todos os deputados do PDT, os democratas também são unânimes em apoiar o governo.

Os deputados Arnaldo Melo (MDB); Roberto Costa (MDB); Felipe dos Pneus (PRTB); Wendell Lajes (PMN); Pastor Cavalcante (PROS) e Pará Figueiredo (PSL) não fazem parte da coligação do governador e também não decidiram ainda se serão situação ou oposição.

Declaradamente críticos do governo do Estado estão Adriano Sarney (PV); César Pires (PV); Wellington do Curso (PSDB), esses representarão a oposição na Assembleia Legislativa.

Entrevista/ Cleomar Tema – “Eleição na FAMEM é disputa civilizada e não uma guerra” Publicado em 28 de janeiro de 2019 por

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão- FAMEM, Cleomar Tema (PSB), é um político bastante experimentado. Está no quinto mandato como prefeito de Tuntum e comanda, pela terceira vez a entidade municipalista. Acompanhou o então governador Zé Reinaldo, quando este rompeu com o grupo Sarney.

O próprio Zé Reinaldo costuma dizer que, naquele período, não sucumbiu em função do apoio do Tema,  dos saudosos deputados  João Evangelista  e Humberto Coutinho e do ex-deputado  Rubem Pereira.

Cleomar Tema  foi, também,  um dos principais atores do movimento que levou  Jackson Lago ao governo do Estado, em 2006. Nesta campanha, apoiou também o governador Flávio Dino, que naquele ano ingressaria de vez na política, como um dos deputados federais mais votados. Em Tuntum, foi o candidato com maior número de votos para a Câmara Federal.

Na eleição marcada para o próximo dia 30, tenta sua quarta eleição para a FAMEM. Como plataforma, destaca o que tem feito ao longo de suas administrações. Destaca a Escola de Gestão, que capacita assessores de prefeitos na área técnica, a nova sede da entidade, além do canal de diálogo que já abriu junto ao Governo Federal.

Já esteve em cinco ministérios. Três, acompanhando o vice-governador Carlos Brandão. Juntamente com o deputado federal Aluísio Mendes,  foi recebido em audiência pelo ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, general Santos Cruz, com quem tratou da liberação dos precatórios do Fundeb, num total de R$ 7,7 bilhões aos municípios do Maranhão.

Com o deputado Zé Reinaldo, esteve com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, discutindo o fortalecimento da agricultura familiar. Por intermédio dele, ela agendou uma visita ao Maranhão para o mês de fevereiro. Pragmático e conciliador, afirma que essa disputa é entre a categoria dos gestores municipais e acredita que o resultado desse pleito não deixará resquícios. EXTRA conversou com o líder municipalista na última sexta-feira. Vamos à entrevista.

EXTRA–O senhor está pela terceira vez na direção da FAMEM e enfrenta uma disputa interna na eleição. Houve divergência quanto à condução de entidade?

CLEOMAR TEMA- Não Vejo assim. Isso é uma disputa salutar e é bom que haja disputa, porque esse é o principal sintoma de que a democracia está viva e palpitante. Acredito na vitória, tenho a maioria dos colegas. Se estou na terceira administração, é porque as duas anteriores me deram respaldo.

EXTRA – O recém-empossado governo da União assumiu falando em dar mais autonomia aos municípios, uma bandeira de luta municipalista. Como o senhor entende a proposta e de que forma pode ser efetivados os pontos centrais como o pacto federativo mais justo?

CLEOMAR TEMA –Pacto Federativo seria uma divisão mais justa do bolo tributário. Da forma que está, é muito injusto. A União fica com dois terços do que é arrecadado, os Estados com cerca de 27 por cento e os municípios com apenas 14 por cento. Olha, o Fundo de Participação é composto de apenas dois impostos, o de Renda e  o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Mas tudo o que se arrecada é no município, onde tudo acontece.

Para aumentar sua arrecadação, Governo Federal criou várias contribuições,  mas nenhuma delas compõem o FPM. A União tem que repensar essa divisão, uma vez que somos nós municípios os ente  que fazemos a arrecadação e que temos a menor fatia.

 

EXTRA– Por outro lado, esse mesmo governo fala em coibir corrupção nos municípios. O senhor acredita ser o município uma célula importante dessa degeneração administrativa que muitos assinalam como sistêmica?

CLEOMAR TEMA-Essa  corrupção que desenfreada que muito se fala, pode ser sistêmica, mas  em nível de União. As cifras por lá são de bilhões. Nos municípios ela é mais branda, mas não posso negar que acontece. Veja você, que as dificuldades enfrentadas pelas prefeituras são imensas. Os prefeitos atuam no vermelho, não há nem folga financeira para dizer que existe corrupção sistêmica nas cidades interioranas. Temos dificuldades até para pagamento de folha.

Os pequenos municípios sequer cobram impostos, porque são habitados por pequenos lavradores, lavradores de subsistência. Gente que não tem renda sequer igual ao salário mínimo.

Mas é uma chaga que deve ser combatida e vejo que os organismos de fiscalização, como TCE, TCU, CGU, MP e o próprio Tribunal de Justiça, sempre estão atentos.

EXTRA -O discurso da mudança permeia as eleições em níveis variados. Quais são suas principais propostas amparadas neste discurso em relação à FAMEM?

CLEOMAR TEMA – Primeira  delas, o Pacto Federativo, segunda os precatórios do Fundeb. Já abrimos um canal de negociação sobre isso junto ao Governo Federal e a terceira a  per capita da saúde. A per capita no Maranhão  é  de R$ 155 por habitante/ano,  No Piauí é de R$ 228 e,  no Tocantins essa per capita chega a R$ 248.  Esse quadro precisa ser modificado. Porque tanta diferença entre o Estado e outro, se somos um mesmo povo?

EXTRA -Os prefeitos costumam frequentar os gabinetes de Brasília no ato denominado pires na mão. O senhor enxerga perspectiva dos gestores municipais ganharem autonomia em seus pleitos junto ao governo União?

CLEOMAR TEMA –Essa autonomia depende do Pacto Federativo. Vejo disposição do Governo Federal em realmente estabelecer o que esperamos. Estive em audiência com o ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, general Santos Cruz e ele afirmou que a meta do governo Bolsonaro é triplicar o Fundo de Participação.

Se isso for colocado em prática, está configurado o Pacto Federativo. Aí, não precisamos mais ir a Brasília de  pires na mão, porque teremos recursos para abrirmos e cuidarmos de nossas estradas, oferecer uma saúde e uma educação de melhor qualidade, embora sempre teremos de contar com os pontos de apoio dos governos do Estado, da União e também da ajuda da bancada federal, através de suas emendas. Os parlamentares contam com suas emendas, para atuação política.

 

EXTRA -No cenário nacional a gestão atual do Maranhão sob o comando do governador Flávio Dino se distingue quanto ao municipalismo?

 

CLEOMAR TEMA – Olha, o governador Flávio Dino se mostrou um governante municipalista desde o primeiro dia de seu governo. Sempre apoiou todos os municípios, independentemente do posicionamento político ou ideológico do prefeito. Sempre olhou foi para os problemas do povo.

Temos aí a Escola Digna, o Mais Asfalto, e, na  saúde instalou hospitais regionais em todos os quadrantes do Maranhão Melhorou a infraestrutura de norte a sul do Maranhão. Se for pontuar, lhe dou nota 10. Quanto à questão nacional, ele é um político que tem seu posicionamento, muito firme, mas administra um Estado, não acredito que isso venha a fazer com que o presidente venha fazer retaliação ao povo do nosso Estado.

 

EXTRA– Eleições no país tem colaborado para elevar um nível de animosidade insuportável entre adversário, o senhor tem o Erlânio Xavier como um adversário amistoso, contrariando esse clima de beligerância?

CLEOMAR TEMA –  De jeito nenhum! O Erlânio é um político de bom senso, um político que todos conhecem sua boa índole.  Essa é uma disputa interna, dentro de uma classe. Passada a eleição, não haverá qualquer resquício, não ficará mágoas. Sempre pensei  e fiz política de forma apaziguadora. Essa é uma eleição e não uma guerra.

Estivemos juntos no meio da semana, por ocasião da inscrição das chapas e nos cumprimentamos como sempre fizemos. Conversamos bastante no gabinete. Terminada eleição eu serei o vitorioso, não haverá vencedor e nem vencido. Somos políticos civilizados.

EXTRA -O senhor conta com o apoio de políticos como Aluísio Mendes, adversário do grupo do governador Flávio Dino, isso o coloca em desvantagem na disputa?

CLEOMAR TEMA – Nada disso! O deputado Aluísio Mendes tem uma forte ligação com o governo Bolsonaro. Todos sabem que a bancada federal do Maranhão é, em sua maioria de esquerda e quem tem aberto o canal junto ao Governo Federal é o Aluísio. Já tivemos em cinco ministérios em Brasília e todo o movimento do Aluísio é em benefício dos municípios.

EXTRA -A neutralidade do governador Flávio Dino colabora com sua candidatura?

 

CLEOMAR TEMA – Essa é uma disputa entre prefeitos. E entre prefeitos que apoiaram o governador Flávio Dino. Assim como o Erlânio, eu votei no senador Weverton Rocha e no governador Flávio Dino. Por isso, ele não se intromete e o que faz muito bem, para evitar descontentamentos dentro do grupo.

Do Blog do Djalma Rodrigues

Othelino Neto fala em entrevista ao O Imparcial sobre eleição na Assembleia e a experiência comunista maranhense

Othelino Neto (PCdoB), vai para o seu terceiro mandato consecutivo como deputado estadual e ao que tudo indica deve ser reconduzido ao cargo de presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão sem candidatura de oposição.

Identificado e engajado com o projeto de mudança proposto polos comunistas maranhenses, Othelino filou-se ao PCdoB a convite do governador Flávio Dino. “Umas das coisas que mais nos aproxima é que temos uma visão de mundo pelo mesmo campo, o de esquerda. Ao mesmo tempo em que temos essa relação política estreita, compreendemos que é preciso ter uma relação de independência entre os poderes”, afirma o deputado em entrevista exclusiva ao jornal O Imparcial.

Jornalista e economista, Othelino é considera por muitos como um dos mais atuantes do Legislativo. “A sociedade maranhense soube compreender e reconhecer esse momento de transformação que passa o estado. Apesar de todo esse momento de crise financeira e política que vem passando o Brasil, o Maranhão está equilibrado, e isso é importante para todos, que o estado não quebre como quebraram importantes como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul”, afirma.

Confira a entrevista exclusiva:

Perspectivas futuras

O povo pode esperar muito trabalho pelo Maranhão. A Assembleia tem dado respostas rápidas e cumprindo bem seu papel de legislar, não só com leis de iniciativa própria, mas com projetos de lei vindo do judiciário e do executivo. Temos feito também discussões políticas importantes aqui, o Maranhão tem sido discutido. E como estabelece o regime democrático, prevalece a vontade da maioria. A Assembleia nesses quatro anos vai continuar com essa postura, cumprindo suas prerrogativas: legislar, fiscalizar o executivo, e fazer

Eleições na Assembleia

Caso no dia 1º de fevereiro os deputados confirmem minha recondução ao cargo de presidente da casa, o sentido principal será esse: manter a postura de independência do poder legislativo e harmônica com outros poderes. Existe um equívoco de alguns seguimentos da sociedade de achar que os poderes devem viver em conflito, mas quando isso acontece (o conflito) é ruim para o estado democrático de direito.

O Maranhão dá um bom exemplo para o Brasil onde as instituições conseguem se relacionar de forma respeitosa, mas cada um cumprindo com suas prerrogativas. Existe um diálogo produtivo do legislativo com o executivo, do legislativo com o judiciário, do judiciário com o executivo, e isso sem perda de atribuições e mantendo o equilíbrio que é necessário. Por que, quando um dos poderes se sobrepõe aos outros esse desiquilíbrio fere o estado democrático de direito, e na falta de diálogo entre os poderes quem sente primeiro é a sociedade.

Ampla vitória do campo político de esquerda no Maranhão

A sociedade maranhense soube compreender e reconhecer esse momento de transformação que passa o estado. Apesar de todo esse momento de crise financeira e política que vem passando o Brasil, o Maranhão está equilibrado, e isso é importante para todos, que o estado não quebre como quebraram importantes como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Aqui no Maranhão conseguimos manter essa estabilidade. Os três poderes vem cumprindo suas tarefas, pagando os funcionários em dia, e no caso do executivo conseguindo suprir os serviços essenciais à população. Então, acho que o reconhecimento da sociedade foi que deu ao nosso campo político essa ampla vitória em 2018. Elegemos 32 deputados estaduais, 12 federais, dois senadores, a reeleição do governador no primeiro turno. É um reconhecimento do trabalho que vem sendo feito por este grupo político que vem fazendo o Maranhão melhorar.

A experiência comunista maranhense

É razão de muito orgulho pertencer aos quadros do PCdoB, um partido que tem uma história dedicada as lutas populares e as boas causas dos brasileiros. Eu, que tenho uma formação à esquerda, me sinto muito à vontade no PCdoB. Nós somos os comunistas do Brasil, e aqui no Maranhão mostramos o quanto essa experiência está sendo exitosa no sentido de promover a melhoria da qualidade de vida da população, de valorizar programas sociais que alcançam os seguimentos que mais precisam, e de ir corrigir distorções que ainda prevalecem, mas que estão sendo corrigidas, onde um segmento da sociedade tem muito e outro, que é segmento muito maior, não tem quase nada.

Alguns, por preconceito, ficam tentando desqualificar a experiência comunista do Brasil.  Boa parte daquilo que foi escrito por Marx e Lênin ainda vale hoje. Mas, o que se aplicou nas primeiras revoluções, na Revolução Russa, que foi a primeira e a mais importante de todas, é claro que não pode ser aplicado da mesma forma em 2019. O mundo se transformou e as experiências concretas vão fazendo com que ajustes sejam feitos nos modelos. Nós somos o Partido Comunista do Brasil, nós temos uma formação política consolidada, mas vivemos em um país cujo modo de produção capitalista. Então, as nossas normas e leis são de um país capitalista e assim nós nos adequamos, embora em nenhum momento pensamos em abrir das convicções que são essenciais da nossa “fé”, que é, principalmente, a construção de um país mais justo e igualitário.

Inspirações dos comunistas maranhenses

Nesse modelo tem muita coisa nova, mas existem programas importantes que desenvolvemos analisando experiências de outros lugares. Por exemplo, observamos em Pernambuco, ainda sob o comando do saudoso Eduardo Campos, o projeto Cidadão do Mundo e os IEMAs (Instituto de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão), que não são exatamente iguais, mas vimos lá e achamos uma boa e aplicamos aqui. Alguns aspectos do sistema de educação pública do Ceará, que em alguns municípios tem sido referência no Brasil, e nesse aspecto podemos citar Sobral, que tem um dos melhores índices na área educacional do país.

Mas temos também experiências que podem servir para o Brasil, e eu destacaria o projeto Escola Digna, que tem uma marca muito forte. Primeiro pelo aspecto de resgate da autoestima do professor, dos responsáveis pelo aluno e do próprio estudante, que por falta de opção estudava em uma escola sem as mínimas condições, muitas vezes de taipa, sem carteira ou banheiro, enfim… E, essa transformação, onde o estado substituiu a escola antiga por uma nova é uma marca muito forte, não só pelo aspecto subjetivo de resgate da autoestima, como pelo aspecto objetivo, que estimula a criança a estudar. Isso vai ter resultados concretos na melhoria da qualidade de vida do maranhense a médio e longo prazo, e talvez esse seja o nosso legado principal. Não é uma obra que tem “caráter eleitoral” mais forte, mas é a que vai marcar definitivamente o compromisso dos comunistas com o futuro do Maranhão.

Composição com vários partidos

Nós somos comunistas, mas, sobretudo, democratas. E entendemos que um estado como o Maranhão, com todas suas necessidades e carências, precisa dessa junção de forças, e nós não temos a pretensão nem a arrogância de achar que só nosso credo é o que vale, é a verdade absoluta. Então, nós temos condições de dialogar com partidos e políticos que tem formações ideológicas diferentes, mas que tem o mesmo propósito, que é o de transformar o Maranhão em um estado mais justo. Então, aqui nós temos a capacidade de discutir e ter uma aliança forte com partidos que não militam no mesmo campo político que o nosso. Na base de apoio do PCdoB do Maranhão nós temos o DEM, o Solidariedade, PP e PTB. Do PT, passando pelos partidos do “centrão”, chegando até em alguns de direita, vários compõem a nossa base e respeitam o nosso programa.

Consenso na união dos partidos

O programa de governo para os próximos quatro anos apresentado a sociedade foi amplamente discutido. Eu acredito que o essencial numa aliança tão heterogênea é estabelecer qual o caminho a ser trilhado: cada um dá sua colaboração, mas respeitando aquilo que é o essencial deste comando político atual, no caso Flávio Dino e o PCdoB.

Como exemplo podemos citar a própria Assembleia do Maranhão, onde nós não fizemos um trabalho para fazer do PCdoB um partido hegemônico. Aqui a representação dos partidos fruto das eleições de 2018 mostra como tratamos os aliados de força democrática e respeitosa.

O PCdoB é o partido do governador e historicamente foi assim: o partido do governador sempre fazia a maior bancada com uma diferença numérica muito grande para os outros partidos. Objetivamente falando, enquanto elegemos seis o PDT elegeu sete, o DEM colocou cinco, o PR fez três, e vários partidos com dois ou apenas um. Temos uma presença partidária muito forte na Assembleia, e diferente do que muitos defende, não é ruim, o problema nosso não está na quantidade de partidos, a pluralidade é necessária e faz parte de uma boa Assembleia.

Como deputados federais de outros campos políticos podem ajudar o Maranhão

Os deputados federais como um todo tem emendas individuais e de bancada que podem ajudar muito o estado. Mas, podem também ser interlocutores do estado do Maranhão junto ao governo federal. E, neste quesito, um aspecto mais importante já que é público e notório que o governador Flávio Dino faz oposição ao presidente Jair Bolsonaro, mas isso não quer dizer que não precisa e que não vai existir um diálogo institucional entre o governo do Maranhão e da República, até porque isso é obrigação dos dois, e a diferença política permanece, mas o que diz respeito aos interesses do povo se faz necessário o diálogo, tanto que é nosso vice-governador Carlos Brandão teve agenda com ministros, Dino também, e nossa expectativa é que no aspecto institucional haja um diálogo permanente com o governo federal.

Diálogos com os comunistas maranhenses

Esta semana tivemos uma reunião com a bancada de deputados estaduais do PCdoB, e o com Márcio Jerry, e tratamos de assuntos diversos. A posição da bancada do PCdoB em relação a composição da mesa diretora já foi tomada faz algum tempo. Tratamos também sobre ações políticas e planos para o próximo mandato, combinamos de convidar os prefeitos para articular nossas definições políticas; estes foram os temas.

Mas, aqui na Assembleia, tenho feito rodadas de conversas com todos os deputados. Essa lógica do diálogo permanente com todos os políticos, sejam da base governista ou da oposição, acontece o ano todo, até porque quem preside o poder legislativo preside todos os deputados, independentemente de sua opção política, ideológica ou partidária.

Relação com Flávio Dino

Umas das coisas que mais nos aproxima é que temos uma visão de mundo pelo mesmo campo, o de esquerda. Ao mesmo tempo em que temos essa relação política estreita, compreendemos que é preciso ter uma relação entre os poderes de independência, e isso é uma coisa que é muito forte, porque não é o fato de sermos aliados e termos uma relação pessoal muito boa que confundamos aquilo que diz respeito aos nosso papeis enquanto comandantes de poderes diferentes.

Claro que é razão de alegria ver o Flavio Dino governar o Maranhão e pra mim de liderar o poder legislativo, mas nem a nossa relação política nem a de amizade que nós temos um com o outro faz com que nós deixemos de compreender a função de cada um, e o poder legislativo exerce na sua plenitude a suas prerrogativas, não só de legislar como de fiscalizar. Alguém pode dizer que “o poder legislativo não briga com o executivo?”, mas o objetivo não é brigar, é manter uma relação harmônica e respeitosa. Em alguns momentos podemos ter divergências, que são legítimas, mas sempre mantendo o respeito institucional. Não é admissível quando um poder diverge do outro fora daquilo que estabelece a constituição. Isso é ruim para todos, para a sociedade, e nisso, eu insisto, o Maranhão é um exemplo para o Brasil, cada qual andando no seu devido espaço, cumprindo com suas obrigações constitucionais, e não tentando invadir o espaço do outro.

 

Do O Imparcial

Governador Flavio Dino autoriza Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão a enviar uma equipe a Brumadinho para auxiliar nas buscas as vitimas

Com o objetivo de auxiliar nas buscas e atendimento as vitimas o governador Flávio Dino autorizou a ida de bombeiros militares do Maranhão para Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde ocorreu o rompimento de uma barragem da mineradora Vale na última sexta-feira (25) e deixou muitos mortos e desaparecidos.

A equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão será coordenada pelo Major Patrício Daniel, comandante do 11º BBM, sediado em Itapecuru-Mirim.

O major é possuidor do Curso de Salvamentos Especiais e do Curso de Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas realizado nos Corpos de Bombeiros dos Estados de São Paulo e do Distrito Federal.

Prefeito Bigu anuncia em sua pagina no Facebook que não irá disputar a reeleição em 2020

O prefeito de Santo Antônio dos Lopes, Bigu Oliveira, anunciou em sua página pessoal no Facebook, que não irá concorrer a  eleição de 2020 para prefeito, e que ao fim do seu mandato irá também sua carreira política.

A decisão do prefeito Bigu pegou de surpresa seu grupo politico e toda população do município, pois sua administração até o momento tem sido muito bem avaliada.

 

Duas pessoas morrem e mais de 40 ficam feridas após ônibus que saiu de São Mateus do Maranhão cair de viaduto em Goiânia

Duas pessoas, que ainda não foram identificadas, morreram em um acidente de ônibus, neste domingo (27), na BR-153, em Goiânia, ao lado do Ginásio Goiânia Arena. De acordo com a Polícia Civil, o veículo, que era clandestino, caiu de um viaduto, bateu contra um poste e acabou tombando às margens da rodovia, deixando ao menos 43 feridos. O ônibus havia saído de São Mateus do Maranhão e viajava para São Paulo.

Conforme informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 25 vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além das polícias civil e militar, pela própria PRF e pela Triunfo, Concessionária que administra a rodovia. Outras 18 foram atendidas pela Defesa Civil Metropolitana no local do acidente.

O acidente ocorreu por volta das 2:40 horas deste domingo, no km 499 do perímetro urbano da BR-153, no Jardim Goiás, região sul de Goiânia. Conforme informações divulgadas pela Delegacia de Investigação de Crimes de Trânsito (Dict), “por motivos ignorados”, o ônibus derivou pela direita, caiu do viaduto e bateu contra o poste de concreto.

As causas são investigadas pela Dict. Segundo informou à TV Anhanguera a delegada Nilda Andrade, titular da delegacia, os responsáveis pelo ônibus devem ser ouvidos, ainda sem data definida. A investigadora disse que já entrou em contato com eles, e os mesmos garantiram que vão contribuir com as investigações.

Os corpos das duas vítimas foram recolhidos e levados ao Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia. De acordo com o órgão, nenhuma delas havia sido identificada até as 15:55 horas deste domingo.

Do G1 Maranhão

Paulo Marinho Jr. diz que faltou mais apoio de Fábio Gentil à sua eleição, e não descarta parceria com Cleide Coutinho.

Em entrevista ao programa Resenha, da TV Difusora (SBT), apresentado pelo jornalista John Cutrim, o vice-prefeito de Caxias, Paulo Marinho Junior (PP) admitiu que faltou mais apoio do prefeito Fábio Gentil (PRB) e de seu grupo à sua candidatura a deputado federal. “Com certeza atrapalhou. Acabou prejudicando sim porque esses votos ajudaram outros candidatos e deixaram de ajudar eu que era o candidato da terra”, desabafou.

Durante a bate-papo, Paulo Marinho Jr. revelou que conversou com a deputada Cleide Continho e não descartou um acordo no futuro entre os dois. “Temos uma boa relação pessoal, a política passou e eu tive com a deputada Cleide e ela me tratou muito bem, tivemos boas conversas e tivemos algumas parcerias políticas muto boas. Todos nós devemos nos unir e deixar essa picuinha política de A, B ou C, às vezes esquecer um pouco o que aconteceu no passado e pensar no futuro e dessa forma ter uma boa relação. Eu costumo dizer que não tenho inimigos”, afirmou.

Nas entrelinhas comenta-se que Paulo Marinho Júnior tem como prioridade ser deputado federal (é o primeiro suplente da sua coligação), entretanto não descartaria ser candidato a prefeito de Caxias em 2020 desde que tenha o apoio da deputada Cleide Coutinho e seu grupo politico.

Em relação ao apoio do deputado Adelmo Soares à gestão Gentil, Marinho aprovou o sentimento de união, porém ponderou que não é hora de já se pensar nas eleições. “A eleição de prefeito está muito longe, não é hora de ficar discutindo política, é hora de trabalhar pelo resultado que a gente teve na eleição de outubro passado. Um erro de boa parte dos políticos é se eleger e já pensar na reeleição”, alfinetou.

O filho de Paulo Marinho também sinalizou em prol do governador Flávio Dino. “A gente já teve diferenças ideológicas, mas com conversas você consegue resolver todas as situações, obviamente sem abrir mão de princípios, mas buscando trabalhar juntos pra buscar o desenvolvimento pro estado. Eu estou disposto a ajudar, assumindo o mandato de deputado federal vou está trabalhando para ajudar o governador Flávio Dino e qualquer prefeito do Maranhão. Diferença partidária a gente tem na época da eleição, esse momento é de união”, declarou.

Por fim, Paulo Marinho Jr. disse que o prefeito Fábio Gentil pode ser candidato ou não à reeleição. “É natural que o Fábio tenha direito a reeleição, todavia tem muitos casos que cada vez mais prefeitos não têm ido para reeleição, porque é desgastante. Um erro de boa parte dos políticos é se eleger e já pensar na reeleição. Acho que a gente tem que se eleger e trabalhar pra justificar o mandato que a gente tem e naturalmente o mandato sendo bom, sendo bem avaliado a população vai entender e vai conduzir de novo ao cargo”, concluiu.

Do Blog do Rony Uchôa

Tragédia em Brumadinho: Governador Externa solidariedade ao povo de Minas Gerais

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), externou, através das redes sociais, sua solidariedade aos atingidos pela tragédia anunciada de Brumadinho (MG), após o rompimento da Barragem Feijão ter provocado uma avalanche de lama que destruiu vilarejo, provocou o desparecimentos de cerca de trezentas pessoas, enquanto o Governo de Minas Gerais afirma que foram encontrados ao menos 9 mortos nos escombros.

“Solidariedade às vítimas e suas famílias em Brumadinho. Solidariedade à população de Minas Gerais. Solidariedade aos que lutam em favor do Direito Ambiental como uma contenção à onipotência e à ganância dos que se acham donos dos recursos minerais”, postou nesta manhã de sábado o governador Flávio Dino.

Em Brumadinho, familiares dos desparecidos esperam desesperadamente por notícias de parentes e fazem vigília na esperanças de encontra-los com vida.

Do Blog do Jorge Vieira