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Três presos fogem por túnel descoberto em Pedrinhas

Do G1 Maranhão
Três
detentos fugiram por um túnel do Centro de Detenção Provisória (CDP), em
Pedrinhas, na manhã desta segunda-feira (21). De acordo com a Secretaria de
Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão (Sejap), o túnel foi
descoberto quando a administração iniciaria a revista geral da unidade. Peter
Cabral de Araújo Machado, conhecido como ‘Paulista’, foi recapturado já fora do
presídio.
Segundo o
secretário de Justiça e Administração Penitenciária, Sebastião Uchoa, as
circunstâncias serão apuradas. “Não fizeram a as vistorias necessárias e
rotineiras antes e durante o feriado. A PM e a Força Nacional já estão no local
dando apoio nos procedimentos de revistas”, disse.
O Centro de
Detenção Provisória tem capacidade para 404 presos, mas atualmente abriga 520
detentos.
Esta é a
terceira fuga registrada no Complexo Penitenciário de Pedrinhas em 2014. A
primeira ocorreu no dia 30 de março, quando quatro detentos fugiram do Presídio
São Luís  I. No dia 3 de abril, 10 presos
fugiram do Presídio São Luís II. Num total 17 detentos já fugiram do Complexo
Penitenciário só este ano. Entretanto, a Sejap não soube informar quantos
presos já foram recapturados.

Sobre a
última fuga, o secretário Sebastião disse que, assim como nos demais casos,
será instaurada ‘sindicância para apurar responsabilidade administrativa por
negligência em regras de segurança preventiva prisional’.

Tiradentes, uma farsa criada por líderes da Inconfidência Mineira

Por
Guilhobel Aurélio Camargoe
Ele estava
muito bem vivo, um ano depois, em Paris. O feriado de 21 de abril é fruto de
uma história fabricada que criou Tiradentes como bode expiatório, que levaria a
culpa pelo movimento da Inconfidência Mineira. Quem morreu no lugar dele foi um
ladrão chamado Isidro Gouveia.
A mentira
que criou o feriado de 21 de abril é: Tiradentes foi sentenciado à morte e foi
enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, no local chamado Campo
da Lampadosa, que hoje é conhecido como a Praça Tiradentes. Com a Proclamação
da República, precisava ser criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em
eternizar Marechal Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas
Gerais, estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo
comercial muito forte. Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes parecida com a
de Cristo e era o que bastava: um “Cristo da Multidão”. Transformaram-no em
herói nacional cuja figura e história “construída” agradava tanto à elite
quanto ao povo.

A vida dele
em poucas palavras: Tiradentes nasceu em 1746 na Fazenda do Pombal, entre São
José e São João Del Rei (MG). Era filho de um pequeno fazendeiro. Ficou órfão
de mãe aos nove anos e perdeu o pai aos 11. Não chegou a concluir o curso
primário. Foi morar com seu padrinho, Sebastião Ferreira Dantas, um cirurgião
que lhe deu ensinamentos de Medicina e Odontologia. Ainda jovem, ficou
conhecido pela habilidade com que arrancava os dentes estragados das pessoas.
Daí veio o apelido de Tira-Dentes. Em 1780, tornou-se um soldado e, um ano à
frente, foi promovido a alferes. Nesta mesma época, envolveu-se na
Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa, que explorava o ouro encontrado
em Minas Gerais. Tiradentes foi iniciado na Maçonaria pelo poeta e juiz Cruz e
Silva, amigo de vários inconfidentes. Tiradentes teria salvado a vida de Cruz e
Silva, não se sabe em que circunstâncias.
Tiradentes,
Maçonaria e a Inconfidência Mineira:
Como era um
simples alferes (patente igual à de tenente), não lideraria coronéis, padres e
desembargadores, que eram os verdadeiros líderes do movimento. Semialfabetizado
é muito provável que nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos do
movimento. Em todos os movimentos libertários acontecidos no Brasil, durante os
séculos XVIII e XIX, era comum o “dedo da Maçonaria”. E Tiradentes
foi maçom, mas estava longe de acompanhar os maçons envolvidos na
Inconfidência, porque esses eram cultos, e em sua grande parte, estudantes que
haviam recentemente regressados “formados” da cidade de Coimbra, em
Portugal. Uma das evidências documentais da participação da Maçonaria são as
cartas de denúncia existentes nos autos da Devassa, informando que maçons
estavam envolvidos nos conluios.
Os maçons
brasileiros foram encorajados na tentativa de libertação, pela história dos
Estados Unidos da América, onde saíram vitoriosos – mesmo em luta desigual – os
maçons norte-americanos George Washington, Benjamin Franklin e Thomas
Jefferson. Também é possível comprovar a participação da Maçonaria na
Inconfidência Mineira, sob o pavilhão e o dístico maçônico do; “Libertas Quae
Sera Tamen”, que adorna o triângulo perfeito, com este fragmento de Virgílio
(Éclogas, I, 27). Tiradentes era um dos poucos inconfidentes que não tinha
família. Tinha apenas uma filha ilegítima e traçava planos para casar-se com a
sobrinha de um padre chamado Rolim, por motivos econômicos. Ele era, então, de
todo o grupo, aquele considerado como uma “codorna no chão”, o mais frágil dos
inconfidentes. Sem família e sem dinheiro, querendo abocanhar as riquezas do
padre. Era o de menor preparo cultural e poucos amigos. Portanto, a melhor
escolha para desempenhar o papel de um bode expiatório que livraria da morte os
verdadeiros chefes.
E foi assim
que foi armada a traição, em 15 de março de 1789, com o Silvério dos Reis indo
ao Palácio do governador e denunciando o Tiradentes. Ele foi preso no Rio de
Janeiro, na Cadeia Velha e seu julgamento prolongou-se por dois anos. Durante
todo o processo, ele admitiu voluntariamente ser o líder do movimento, porque
tinha a promessa que livrariam a sua cabeça na hipótese de uma condenação por
pena de morte. Em 21 de abril de 1792, com ajuda de companheiros da Maçonaria,
foi trocado por um ladrão, o carpinteiro Isidro Gouveia. O ladrão havia sido
condenado à morte em 1790 e assumiu a identidade de Tiradentes, em troca de
ajuda financeira à sua família, oferecida a ele pela Maçonaria. Gouveia foi
conduzido ao cadafalso e testemunhas que presenciaram a sua morte se diziam
surpresas porque ele aparentava ter bem menos que seus 45 anos. No livro, de
1811, de autoria de Hipólito da Costa (“Narrativa da Perseguição”) é
documentada a diferença física de Tiradentes com o que foi executado em 21 de
abril de 1792. O escritor Martim Francisco Ribeiro de Andrada III escreveu no
livro “Contribuindo”, de 1921: “Ninguém, por ocasião do
suplício, lhe viu o rosto, e até hoje se discute se ele era feio ou
bonito…”.
O corpo do
ladrão Gouveia foi esquartejado e os pedaços espalhados pela estrada até Vila
Rica (MG), cidade onde o movimento se desenvolveu. A cabeça não foi encontrada,
uma vez que sumiram com ela para não ser descoberta a farsa. Os demais
inconfidentes foram condenados ao exílio ou absolvidos.
A descoberta
da farsa:
Há 41 anos
(1969), o historiador carioca Marcos Correa estava em Lisboa quando viu
fotocópias de uma lista de presença da galeria da Assembleia Nacional francesa
de 1793. Correa pesquisava sobre José Bonifácio de Andrada e Silva e acabou
encontrando a assinatura que era o objeto de suas pesquisas. Próximo à
assinatura de José Bonifácio, também aparecia a de um certo Antônio Xavier da
Silva. Correa era funcionário do Banco do Brasil, se formara em grafotécnica e,
por um acaso do destino, havia estudado muito a assinatura de Joaquim José da
Silva Xavier, o Tiradentes. Concluiu que as semelhanças eram impressionantes.

Tiradentes
teria embarcado incógnito, com a ajuda dos irmãos maçons, na nau Golfinho, em
agosto de 1792, com destino a Lisboa. Junto com Tiradentes seguiu sua namorada,
conhecida como Perpétua Mineira e os filhos do ladrão morto Isidro Gouveia. Em
uma carta que foi encontrada na Torre do Tombo, em Lisboa, existe a narração do
autor, desembargador Simão Sardinha, na qual diz ter-se encontrado, na Rua do
Ouro, em dezembro do ano de 1792, com alguém muito parecido com Tiradentes, a
quem conhecera no Brasil, e que ao reconhecê-lo saiu correndo. Há relatos que
14 anos depois, em 1806, Tiradentes teria voltado ao Brasil quando abriu uma
botica na casa da namorada Perpétua Mineira, na rua dos Latoeiros (hoje
Gonçalves Dias) e que morreu em 1818. Em 1822, Tiradentes foi reconhecido como
mártir da Inconfidência Mineira e, em 1865, proclamado Patrono Cívico da nação
brasileira.

“Nós não podemos nos afastar do Flávio”, diz Julião Amim

Do Blog Marrapá

 “Nós não podemos nos afastar do Flávio”, diz Julião AmimO PDT é considerado o maior partido da oposição no Maranhão. Não só por já ter eleito um governador – Jackson Lago – mas também por possuir a maior militância no estado. São mais de 50 mil filiados nos 217 municípios. Diante dessa importância, a legenda tem sido fundamental para vitória de Edivaldo Holanda Júnior (PTC) na prefeitura de São Luís e pelo crescimento de Flávio Dino (PCdoB).
Apesar de toda essa importância, o presidente da sigla no estado, Julião Amim, deixa bem claro que sua maior preocupação é com a vitória da oposição e não por ocupação de cargos. Tanto que ele chega a afirmar, que abre mão da vaga de vice-governador, em troca de uma ampliação da bancada pedetista na Câmara Federal.
O ex-deputado federal enaltece o principal líder do partido no Maranhão, Jackson Lago e gosta de lembrar que o partido tem penetração em todos os bairro da capital, por isso precisa ser respeitado.
Julião ainda acredita que não existirá racha no PDT até a realização das eleições, que os membros descontentes estarão unidos em torno do projeto maior, que é dar a oposição a vitória nas urnas. Ele lembra ainda que construiu junto com Flávio Dino esse projeto do Partido do Maranhão.
Confira na íntegra a entrevista:
O Imparcial – Como o PDT reagiu a aproximação do Flávio Dino com o PSDB?
Julião Amim – Com naturalidade. Nós entendemos que quanto mais aliados o Flávio for buscar para vencer as eleições, será importante para todos nós. O PDT que incentivou desde o primeiro essa candidatura, que apoia, então cabe a nosso partido estar junto com o Flávio dando sugestões. Mantendo o posicionamento de enfrentamento ao grupo Sarney. Dessa forma acredito ser natural ele buscar o apoio de até outros partidos, para integrar, enriquecer e fortalecer nosso campo. Pois não queremos apenas participar, nós queremos vencer a eleição.
E quanto à vaga de vice? O Carlos Brandão disse que é uma condição primordial para que o PSDB declare apoio?
Acho legítimo essa postura e até reajo com maior naturalidade. O que a gente tem que entender é que vaidades e pretensões pessoais não devem ser colocadas na frente, pois temos um sonho maior que é mudar o Maranhão. A nossa primeira prioridade é ajudar a vencer a eleição do estado. O que nos interessa é mudar as práticas cometidas na política nos últimos anos. E o Flávio é um homem muito inteligente, um homem preparado e no momento exato ele chamará o conjunto de partidos para discutir essa questão.
Dessa forma, mesmo que o PDT não tenha vice, o partido não deixará de caminhar com Flávio Dino?
Eu entendo que não. Nós não podemos nos afastar do Flávio. Nós iniciamos esse processo, não podemos nos afastar. Se isso acontecer, deixaremos a nossa prioridade maior de lado, que é vencer as eleições, mudar o Maranhão. Claro que o partido tem os seus interesses, que é legitimo, mas não pode botar acima do nosso maior objetivo. Entendo que o PSDB e os demais partidos também devem pensar assim. Devem lembrar também que o PDT já se sacrificou muito e já demonstrou muita competência, com as melhores administrações em São Luís. Mostramos isso na prática. Nós estamos firmes.
No entanto existem membros que fazem parte desse grupo, que defendem a saída do PDT dessa frente. Como o senhor recebe essa informação?
Olha eu lamento profundamente. Isso só evidencia o despreparo e a intolerância na convivência democrática. Quem pensa assim, não tem como conviver com os contrários.
O PDT no Maranhão ele é comandado por uma pessoa ou os seus filiados ainda tem força para tomar decisões na coletividade?
O partido nunca teve dono. O PDT já teve um líder, que foi o Brizola. Ele discutia com os segmentos e levava para o partido, era um líder inconteste. No Maranhão, tivemos o Dr. Jackson Lago. Inclusive acredito que nos próximos 100 anos, não aparecerá um líder na política maranhense com as qualidades morais de Dr. Jackson. Quem conviveu com ele, sabe qual papel ele desempenhou. Um homem extremamente tolerável, que sempre tinha lições a passar para nós. Um homem de origem modesta, que conseguiu chegar ao governo com suas atitudes. Hoje não temos o Dr. Jackson, temos um diretório, que discute e tem o diálogo aberto. Existem segmentos fragmentados no partido, mas tudo é muito discutido no PDT.
Existe um racha no PDT hoje? Após a escolha do vice do partido, alguns companheiros se afastaram da legenda. Ainda é possível o PDT caminhar unido nessa eleição?
É claro que é possível. Há anos o partido está mobilizando sua militância, discutindo o projeto político para o estado, inclusive o Flávio Dino participou de várias reuniões. Alguns dos insatisfeitos, se afastaram do partido e não discutiram mais. Eles pensavam que o Flávio Dino iria impor um nome para nós, mas não. Isto seria antidemocrático. Então o partido discutiu ao longo do tempo qual nome seria escolhido e infelizmente no dia da escolha, pessoas que não estavam participando do debate, colocaram seu nome.
Em relação às eleições proporcionais, qual é a meta do PDT?
Eu levei ao presidente nacional, o que é prioridade. O partido precisa se consolidar e eu gostaria que o partido elegesse uma bancada boa de deputados federais. Para ampliar o debate de suas bandeiras. A educação é a nossa prioridade. O partido precisa utilizar o parlamento para fazer essas mudanças. Dessa forma coloquei isso para o Lupi, mas existem alguns companheiros do partido no Maranhão, que acham que a prioridade é uma vaga na chapa majoritária. Eu prefiro fazermos uma chapa que ofereça condições de elegermos 3 ou 4 deputados federais do que ter uma vaga de vice-governador. Vocês tem conhecimento que em muitos casos, o vice fica marginalizado, ninguém nem dá atenção, já o deputado não, ele tem independência. Mas a questão da vice foi tratada como prioridade por alguns companheiros, então temos que respeitar.
E qual seria esse caminho para eleger mais deputados federais? Uma candidatura própria?
Primeiro passo para que isso aconteça, eleger um governador comprometido com mudanças. O que deveríamos fazer para aumentar nossas chances de eleição de deputados? É se integrar a campanha do Flávio, se fazer presente. É discutir nossa participação em um futuro governo. Temos legitimidade e autoridade para discutirmos isso. Nós temos que retomar o caminho de liderança, vencer essa eleição e nos preparar para as futuras.
E qual é a participação do PDT na administração municipal?
Nós temos dirigimos o IPAM, administramos o esporte e participamos em diversas assessorias técnicas. Entendemos que poderíamos ter uma participação maior. Depois da eleição deste ano, devemos discutir a nossa participação na administração municipal, temos que amplia-la.
O PDT ainda sonha em ter um papel de protagonista no governo maranhense?
Eu acho que o nosso sonho é vencer as eleições. Mas gostaríamos de ser respeitados. Nós vencemos com Dr. Jackson, mas tivemos muitos conflitos ideológicos na sua administração. Um homem de esquerda, que teve que governar também com parte da direita. Existia tanto conflito, que solicitei ao Jackson que demitisse todo seu secretariado, pois o povo amava seu governante, mas não amava seu governo. Então o Flávio também tem que se preparar para isso.

União da oposição vai fazer a diferença

O retrato
politico do Maranhão está totalmente diferem em 2014. Pela primeira vez em décadas
a oposição vem unida, começando no mínimo com 50% de intenções de voto.
No passado no
interior do estado, principalmente nos pequenos municípios a oposição não tinha
palanque, hoje por menor que seja o município, tem uma ala politica apoiando a
causa ( mudança).
Desta vez a
união da oposição em torno do Flavio Dino e Roberto Rocha, está dando uma
grande garantia ao eleitor, que está muito mais confiante.
Como diz o
prefeito Tema: “Esta eleição não é dos políticos e sim do povo”.
Hoje o povo
maranhense está preparado para mudar, não aguenta mais a mesmice, a falta de alternância.

Porém uma
coisa é certa vamos mudar,  agora se
derem continuidade a este sistema arcaico, mudaremos outra vez, diz o povo em
uma só voz. 

Morre o narrador esportivo Luciano do Valle

O narrador
esportivo Luciano do Valle, de 70 anos, morreu na tarde deste sábado (19) em
Uberlândia, depois de passar mal e ser internado em um hospital particular da
cidade. Ele saiu de São Paulo (SP) e foi socorrido ainda no aeroporto do
município mineiro, pelo Corpo de Bombeiros. A morte do narrador foi confirmada
pela Band, emissora para a qual ele prestava serviços.
O narrador
chegava a Uberlândia para cobrir o jogo entre Atlético-MG e Corinthians, que
acontece amanhã (20) no Estádio Parque do Sabiá, pela 1ª rodada do Campeonato
Brasileiro.
Segundo
assessoria da Infraero, o apresentador estava no voo da TAM (3244), de
Congonhas-Uberlândia acompanhado de um médico. Ele passou mal ainda no avião,
que pousou às 14:30 horas na cidade. A Infraero disponibilizou um desfibrilador
e bombeiros do aeroporto, que o conduziu até o hospital.
De acordo
com assessoria de imprensa do hospital particular, o narrador deu entrada às 15:10
horas com parada respiratória e foi direto para Unidade de Terapia Intensiva
(UTI). O óbito foi confirmado às 16:15 horas .
Histórico
Luciano do Valle
Luciano do
Valle Queiroz era natural de Campinas e trabalhava atualmente na TV
Bandeirantes. Ele foi narrador esportivo da TV Globo por onze anos. Era
considerado um dos principais profissionais da imprensa do país, transmitindo
Fórmula 1, Fórmula Indy Olimpíadas, Copa do Mundo, e também apresentador do
tradicional Globo Esporte.

Torcedor da
Ponte Preta, Luciano iniciou a carreira aos 16 anos na Rádio Central de
Campinas, e ganhou destaque trabalhando na Rádio Nacional, em São Paulo. Em
2003, ele também fez parte da equipe esportiva da TV Record, que acompanhou o
acesso do Palmeiras para a Série A do Campeonato Brasileiro. Neste ano ele
completaria 51 anos de carreira.

Sampaio perde em casa na volta a serie B apos 12 anos.

No duelo
entre o novato e o experiente, os sete anos consecutivos de Série B do Paraná
valeram na vitória de 2 a 0 sobre o Sampaio Correa, no estádio Castelão, em São
Luis, no Maranhão. Os torcedores que acompanharam a volta da equipe maranhense
ao campeonato após 12 anos viram o Tricolor paranaense frustrar os planos com
os gols de Edson Sitta e Carlinhos no segundo tempo. Quem estreava também era o
técnico do Paraná, Claudinei Oliveira, que começou com o pé direito.
O jogo foi
bem aberto no primeiro tempo, com várias chances dos dois lados, mas nenhum dos
times tinha como virtude acertar as finalizações. Na correria, o famoso último
passe nunca se acertava, e, com o passar do tempo, o Paraná dominou o meio de
campo, sobretudo com Lucio Flavio na coordenação das jogadas. No entanto, a
pontaria continuou fraca até o fim do primeiro tempo.
No
intervalo, Oliveira disse ter gostado do Paraná e pediu apenas melhoria na
finalização. O resultado veio aos oito minutos com Edson Sitta, que recebeu
bola fora da área, arrumou e chutou rasteiro direto para a rede. O gol mexeu
com a equipe maranhense, que tentava na força de vontade encontrar o gol com
Válber e Hiltinho. Mas quem ampliou foi o Tricolor, com Carlinhos, que entrara
no segundo tempo. A torcida do Sampaio Corrêa começou a deixar o Castelão aos
34 minutos. Entre os que ficaram, boa parte vaiou os jogadores.

O Paraná
Clube fará sua primeira partida em casa na Série B na próxima sexta-feira contra
o Joinville. Antes disso, na terça, recebe a Ponte Preta, pela segunda fase da
Copa do Brasil. Já o Sampaio Corrêa só joga na Copa do Brasil em abril, e seu
próximo compromisso será no Ceará, contra o Icasa, também na sexta-feira.
Do Globo Esporte.com

Sexta-feira da Paixão do Senhor

À tarde da
Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A
cruz erguida sobre o mundo segue de pé, como sinal de salvação e de esperança.
A Igreja
concede uma Indulgência plenária aos que hoje participam piedosamente da
veneração da Santa Cruz e beijam devotamente o Santo Lenho (cf.: Enchiridion
Indulgentiarum, nº 17).
Sexta-feira
Chegamos a
um dos cernes desta semana em que, para muitos, este dia é considerado o
principal; não ao nosso olhar, mas tendo em vista que ele abre para o dia
seguinte à leitura do homem perfeito, isto é, um homem feito e experimentado
pelo sofrimento e isso não de maneira divina somente, mas, sobretudo, de modo
humano bem concreto.
Este dia,
segundo São Marcos, é o dia da redenção e remissão. Mesmo sabendo que o grande
causador da morte de Jesus foi ele próprio, não obstante, poderia ter se
esquivado de tudo o que via e ouvia de errado em seu povo; mas o interessante é
que a morte de Jesus não foi de substituição. Desta compreensão deve nascer à
noção de sacrifício, isto é, todo o feitio de Jesus foi um “sagrado
ofício” em louvor do Pai, pela salvação de muitos, mas não de todos – para
isso é que veio ao mundo (cf.: Jo 1,8).
Importante
aqui é ler estas duas palavras: “Muitos” e “Todos”. A morte
de Jesus, mas não do Cristo foi um benefício de muitos. Isto é bem claro, desde
o seu nascimento, em que habitou num meio de uma raça bem específica, concreta,
e esta raça tendo a primazia sobre os outros povo, o cunho político fica
clarificado. A libertação tão esperada foi primeiramente para o povo de Israel,
que desde o Antigo Testamento se preparava para este momento. Porém, a
compreensão de libertação estava entendida no aspecto de escravatura para com
um senhorio.
O que Jesus
traz é o entendimento que a salvação vem de Deus e que passa pela humanidade e
que é feita com o tempo. Por isso São Paulo afirma que Jesus é o homem
perfeito, no qual se revela Deus e que é Senhor para a glória de Deus Pai (cf.:
Fl 2,6-11). Descobrir isso deve ser a busca de todo aquele que se faz seguidor
dos seus passos, carregando também a sua cruz.
Assim, a
Sexta-feira Santa traz consigo um convite à reflexão, onde cada indivíduo
repensa sobre seus atos, confrontando com os ensinamentos e com a vida de
Jesus. Por isso, a Igreja recomenda fazer jejum e abstinência de carne: para
lembrarmos que dependemos de Deus!
Cristo
celebrou a Páscoa e instituiu a Eucaristia; nós cristãos de todo o mundo
devemos comemorar a sua Morte e a sua Ressurreição, pois “o Cordeiro de
Deus que tira o pecado do mundo” (cf.: Jo 1,29) deu a sua vida por amor a
nós!

Para nós,
reviver essa parte do Evangelho é voltar o pensamento para refletir sobre o
amor de Deus pela humanidade. Uma vez que a Paixão de Cristo remete à prova
maior do amor do Pai, que entregou seu Filho amado pela salvação dos homens. Toda
atenção e detalhamento que Marcos faz em sua narração, demonstra a tamanha
preocupação com cada instante final de Jesus (cf.: Mc 15,17-47), que se torna
um convite para os adeptos do Cristo, fazendo retomar o alerta da terça-feira:
“Vigiai!” (cf.: Mc 13,37). 

Reflexões Franciscana

Presa em Pedrinhas enfermeira ligada a Roseana Sarney e Ricardo Murad

Do Blog Marrapá

1653355 1461034297457756 14009532 n 1 Foto Fofoca: Enfermeira presa em Pedrinhas é chegada de Roseana e Ricardo Murad
Presa na manhã desta quinta-feira (17), a enfermeira Gisele Pacheco, que trabalhava no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, foi flagrada entrando com quatro celulares, chips e carregadores, no Presídio Feminino.
A enfermeira é “chegada” da governadora Roseana Sarney e do secretário interino de Segurança Pública do Estado, Ricardo Murad. Ela também é nora do ex-comandante da Polícia Militar do Maranhão, coronel Franklin Pacheco.
Veja o flagra abaixo, que por muito pouco não caracterizou o crime de formação de quadrilha:

Missa do Lava pés na Quinta-Feira Santa

Com a missa
vespertina da Ceia do Senhor, iniciamos o Tríduo Sagrado que nos introduz na
dinâmica do mistério pascal de Cristo: a passagem da morte para a vida gloriosa
do Ressuscitado.
Na primeira
leitura tirada do livro do Êxodo, o texto descreve como os judeus celebram a
sua páscoa, cada ano, para fazer memória da sua libertação do Egito. A Páscoa
para os judeus é memória da passagem de Javé que livra as casas dos israelitas
da morte dos primogênitos e da passagem do Mar Vermelho, rumo à terra
prometida.
Nós
cristãos, celebramos também a nossa páscoa, a páscoa de Cristo, a sua passagem
deste mundo ao Pai, através da morte na cruz, da sua ressurreição e
glorificação à direita do Pai.
“Sabendo
Jesus que chegava a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os
seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).
Na ceia de
Quinta-Feira Santa, Jesus antecipou a entrega de sua vida, livremente e por
amor. Nessa ceia, com os seus apóstolos, Jesus tornou presente,
sacramentalmente, nos sinais do pão e do vinho, sua oferta ao Pai pela salvação
de todos nós. “Isto é o meu corpo, que será entregue por vós”. “Este é o meu
sangue da nova aliança, que será derramado por vós, para a remissão dos
pecados.” A morte de Jesus na cruz é o sinal do seu amor extremo para conosco.
Jesus
instituiu a Eucaristia que é a atualização do seu sacrifício, memorial de sua
morte e ressurreição. “Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e
beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele
venha” (I Cor 11,26). É também a renovação da Ceia do Senhor na qual ele nos dá
o seu Corpo e o seu Sangue como alimento de vida eterna.
A Eucaristia
é também sacramento da presença real do Cristo ressuscitado entre nós, para ser
visitado, adorado e glorificado por nós e ser levado aos enfermos e idosos
impossibilitados de participar da celebração eucarística.
Na
Quinta-Feira Santa, juntamente com a Eucaristia, Jesus instituiu o sacerdócio
ministerial.
Ao dizer aos
apóstolos: “Fazei isto em memória de mim”, Jesus quis ter a necessidade de
homens que, consagrados pelo Espírito Santo, agissem em união íntima com a sua
pessoa, para perpetuar, no tempo e no espaço o memorial de nossa redenção e
para distribuir aos que se aproximassem da mesa do Senhor, o alimento da
verdadeira vida.
Hoje é um
dia especial não só para agradecer o tesouro da Eucaristia, fonte e cume da
vida cristã, mas também para tomar consciência da importância dos presbíteros
na Igreja e do seu vínculo com o sacramento eucarístico.
“Dom e
mistério é o sacramento do altar, dom e mistério é também o sacerdócio, tendo
surgido os dois, a eucaristia e o sacerdócio, do Coração de Cristo durante a
Última Ceia” (João Paulo II)
O gesto de
Jesus de lavar os pés dos discípulos durante a Última Ceia narrado por São
João, define toda a vida de Jesus: doação de toda a sua existência para a
libertação do homem do pecado e do mal. Lavar os pés de alguém era, na
antiguidade, uma tarefa própria de escravos. Jesus faz-se escravo e lava os pés
dos seus discípulos. A cena do Lava-pés, ao lado da cruz, expressa o cume da
doação de si mesmo que Jesus faz à humanidade na Eucaristia. Ao substituir a
narração da Eucaristia pelo lava-pés, São João mostra-nos que a Eucaristia ao
nos unir a Cristo, deve levar-nos também a solidariedade com os nossos irmãos.
Comungar o Cristo, é comungar com o irmão. A cena do lava-pés que vamos
rememorar daqui a pouco não pode reduzir-se a uma representação sentimental do
gesto de Jesus, mas deve expressar o nosso propósito de traduzir esse gesto de
Jesus em atos de amor e de serviço aos nossos irmãos na nossa vida cotidiana.
É impossível
separar a Eucaristia do amor fraterno. A entrega total de Cristo na Última Ceia
pede de todo discípulo seu que se coloque a serviço do irmão mais necessitado.
“Se eu, Senhor e mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns
dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz” (Jo
13, 13-15). Lavar os pés uns dos outros significa fazer o bem aos outros,
particularmente, aos mais necessitados. O Senhor Jesus nos convida a aprender
dele a humildade e a coragem de retribuir sempre com a bondade e o perdão os
que nos ofendem. Jesus manso e humilde de coração fazei nosso coração
semelhante ao vosso.
Texto do Blog da Diocese de Guarulhos

Imagens da Missa de hoje na Igreja Matriz em Tuntum

Mortes em Pedrinhas confirmam absoluto descontrole da Segurança Pública, diz Othelino Neto

Do Maranhão da Gente

othelino deputado Mortes em Pedrinhas confirmam absoluto descontrole da Segurança Pública, diz Othelino NetoO deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) disse, em pronunciamento na sessão desta quarta-feira (16/abr), que as últimas mortes de presos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas só confirmam o absoluto descontrole do Sistema Penitenciário do Maranhão, que está em crise permanente.
“Não se vê uma luz no fim do túnel. Não se vê a governadora Roseana Sarney se posicionar. Quando falou do assunto, ela perdeu a oportunidade de ficar calada, porque disse que preferiu investir em outras áreas”, afirmou o parlamentar.
Segundo Othelino Neto, o Maranhão continua sendo notícia nacional, quase todos os dias, nos grandes jornais do país com as mortes na Penitenciária de Pedrinhas. “Isso não pode ser considerado normal. O que está acontecendo no Estado é que o governo está tentando fazer com que isso pareça normal. Nos últimos quatro dias, foram três assassinatos e o governo parece que quer deixar isso virar rotina. Isso não é rotina. O governo precisa ter controle do Sistema Penitenciário”, disse o deputado.
CAOS NA SEGURANÇA 
pedrinnhas policiais Mortes em Pedrinhas confirmam absoluto descontrole da Segurança Pública, diz Othelino Neto
De acordo com o deputado do PCdoB, o problema não é só a grave crise do Sistema Prisional é o caos no Sistema de Segurança Pública do Estado. O parlamentar lembrou que representantes dos sindicatos dos policiais militares e dos bombeiros assinaram um acordo, ao final da greve passada, e o governo do Estado se comprometeu, no prazo de 10 dias, encaminhar para a Assembleia Legislativa uma Medida Provisória, garantindo os benefícios às categorias, o que, até agora, não foi feito.
Othelino disse ainda que o governo do Estado se comprometeu em suspender as sanções administrativas àqueles que foram considerados líderes do movimento, como o sargento Leite e ao cabo Campos, mas, até agora, nada foi feito.
“O que se sabe e o que está acontecendo é que o Leite continua preso lá em Timon, inclusive será transferido nos próximos dias para São Luís, onde deverá ser ouvido por uma comissão disciplinar da Polícia Militar. A informação que temos é que será trazido algemado para ser constrangido e servir de exemplo para o resto da corporação”, denunciou o deputado.
Segundo ainda Othelino Neto, os policiais militares avisaram que não querem retornar à greve, mas se o governo do Estado insistir e não cumprir o combinado, o movimento grevista será obrigado a voltar. “Isso não é bom para a polícia, para o governo e para a sociedade maranhense. Então fica este apelo ao governo do Estado para que cumpra com o seu compromisso a fim de evitar um transtorno maior”, finalizou.