A rebelião
que deixou 56 presos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em
Manaus, neste ultimo domingo (01) é uma das maiores matanças ocorridas em
presídios brasileiros desde o massacre do Carandiru, em 1992. No total, 111
detentos foram mortos na Casa de Detenção, na Zona Norte de São Paulo.
que deixou 56 presos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em
Manaus, neste ultimo domingo (01) é uma das maiores matanças ocorridas em
presídios brasileiros desde o massacre do Carandiru, em 1992. No total, 111
detentos foram mortos na Casa de Detenção, na Zona Norte de São Paulo.
O motim em
Manaus começou na tarde de domingo (01) e durou mais de 17 horas. Os mortos são
integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e presos por
estupro, segundo o secretário da Secretaria Pública do Amazonas, Sérgio Fontes.
Inicialmente, o governo havia informado que o número de mortos era 60.
Manaus começou na tarde de domingo (01) e durou mais de 17 horas. Os mortos são
integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e presos por
estupro, segundo o secretário da Secretaria Pública do Amazonas, Sérgio Fontes.
Inicialmente, o governo havia informado que o número de mortos era 60.
Fonte G1 Maranhão


