Com a missa
vespertina da Ceia do Senhor, iniciamos o Tríduo Sagrado que nos introduz na
dinâmica do mistério pascal de Cristo: a passagem da morte para a vida gloriosa
do Ressuscitado.
vespertina da Ceia do Senhor, iniciamos o Tríduo Sagrado que nos introduz na
dinâmica do mistério pascal de Cristo: a passagem da morte para a vida gloriosa
do Ressuscitado.
Na primeira
leitura tirada do livro do Êxodo, o texto descreve como os judeus celebram a
sua páscoa, cada ano, para fazer memória da sua libertação do Egito. A Páscoa
para os judeus é memória da passagem de Javé que livra as casas dos israelitas
da morte dos primogênitos e da passagem do Mar Vermelho, rumo à terra
prometida.
leitura tirada do livro do Êxodo, o texto descreve como os judeus celebram a
sua páscoa, cada ano, para fazer memória da sua libertação do Egito. A Páscoa
para os judeus é memória da passagem de Javé que livra as casas dos israelitas
da morte dos primogênitos e da passagem do Mar Vermelho, rumo à terra
prometida.
Nós
cristãos, celebramos também a nossa páscoa, a páscoa de Cristo, a sua passagem
deste mundo ao Pai, através da morte na cruz, da sua ressurreição e
glorificação à direita do Pai.
cristãos, celebramos também a nossa páscoa, a páscoa de Cristo, a sua passagem
deste mundo ao Pai, através da morte na cruz, da sua ressurreição e
glorificação à direita do Pai.
“Sabendo
Jesus que chegava a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os
seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).
Jesus que chegava a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os
seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).
Na ceia de
Quinta-Feira Santa, Jesus antecipou a entrega de sua vida, livremente e por
amor. Nessa ceia, com os seus apóstolos, Jesus tornou presente,
sacramentalmente, nos sinais do pão e do vinho, sua oferta ao Pai pela salvação
de todos nós. “Isto é o meu corpo, que será entregue por vós”. “Este é o meu
sangue da nova aliança, que será derramado por vós, para a remissão dos
pecados.” A morte de Jesus na cruz é o sinal do seu amor extremo para conosco.
Quinta-Feira Santa, Jesus antecipou a entrega de sua vida, livremente e por
amor. Nessa ceia, com os seus apóstolos, Jesus tornou presente,
sacramentalmente, nos sinais do pão e do vinho, sua oferta ao Pai pela salvação
de todos nós. “Isto é o meu corpo, que será entregue por vós”. “Este é o meu
sangue da nova aliança, que será derramado por vós, para a remissão dos
pecados.” A morte de Jesus na cruz é o sinal do seu amor extremo para conosco.
Jesus
instituiu a Eucaristia que é a atualização do seu sacrifício, memorial de sua
morte e ressurreição. “Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e
beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele
venha” (I Cor 11,26). É também a renovação da Ceia do Senhor na qual ele nos dá
o seu Corpo e o seu Sangue como alimento de vida eterna.
instituiu a Eucaristia que é a atualização do seu sacrifício, memorial de sua
morte e ressurreição. “Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e
beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele
venha” (I Cor 11,26). É também a renovação da Ceia do Senhor na qual ele nos dá
o seu Corpo e o seu Sangue como alimento de vida eterna.
A Eucaristia
é também sacramento da presença real do Cristo ressuscitado entre nós, para ser
visitado, adorado e glorificado por nós e ser levado aos enfermos e idosos
impossibilitados de participar da celebração eucarística.
é também sacramento da presença real do Cristo ressuscitado entre nós, para ser
visitado, adorado e glorificado por nós e ser levado aos enfermos e idosos
impossibilitados de participar da celebração eucarística.
Na
Quinta-Feira Santa, juntamente com a Eucaristia, Jesus instituiu o sacerdócio
ministerial.
Quinta-Feira Santa, juntamente com a Eucaristia, Jesus instituiu o sacerdócio
ministerial.
Ao dizer aos
apóstolos: “Fazei isto em memória de mim”, Jesus quis ter a necessidade de
homens que, consagrados pelo Espírito Santo, agissem em união íntima com a sua
pessoa, para perpetuar, no tempo e no espaço o memorial de nossa redenção e
para distribuir aos que se aproximassem da mesa do Senhor, o alimento da
verdadeira vida.
apóstolos: “Fazei isto em memória de mim”, Jesus quis ter a necessidade de
homens que, consagrados pelo Espírito Santo, agissem em união íntima com a sua
pessoa, para perpetuar, no tempo e no espaço o memorial de nossa redenção e
para distribuir aos que se aproximassem da mesa do Senhor, o alimento da
verdadeira vida.
Hoje é um
dia especial não só para agradecer o tesouro da Eucaristia, fonte e cume da
vida cristã, mas também para tomar consciência da importância dos presbíteros
na Igreja e do seu vínculo com o sacramento eucarístico.
dia especial não só para agradecer o tesouro da Eucaristia, fonte e cume da
vida cristã, mas também para tomar consciência da importância dos presbíteros
na Igreja e do seu vínculo com o sacramento eucarístico.
“Dom e
mistério é o sacramento do altar, dom e mistério é também o sacerdócio, tendo
surgido os dois, a eucaristia e o sacerdócio, do Coração de Cristo durante a
Última Ceia” (João Paulo II)
mistério é o sacramento do altar, dom e mistério é também o sacerdócio, tendo
surgido os dois, a eucaristia e o sacerdócio, do Coração de Cristo durante a
Última Ceia” (João Paulo II)
O gesto de
Jesus de lavar os pés dos discípulos durante a Última Ceia narrado por São
João, define toda a vida de Jesus: doação de toda a sua existência para a
libertação do homem do pecado e do mal. Lavar os pés de alguém era, na
antiguidade, uma tarefa própria de escravos. Jesus faz-se escravo e lava os pés
dos seus discípulos. A cena do Lava-pés, ao lado da cruz, expressa o cume da
doação de si mesmo que Jesus faz à humanidade na Eucaristia. Ao substituir a
narração da Eucaristia pelo lava-pés, São João mostra-nos que a Eucaristia ao
nos unir a Cristo, deve levar-nos também a solidariedade com os nossos irmãos.
Comungar o Cristo, é comungar com o irmão. A cena do lava-pés que vamos
rememorar daqui a pouco não pode reduzir-se a uma representação sentimental do
gesto de Jesus, mas deve expressar o nosso propósito de traduzir esse gesto de
Jesus em atos de amor e de serviço aos nossos irmãos na nossa vida cotidiana.
Jesus de lavar os pés dos discípulos durante a Última Ceia narrado por São
João, define toda a vida de Jesus: doação de toda a sua existência para a
libertação do homem do pecado e do mal. Lavar os pés de alguém era, na
antiguidade, uma tarefa própria de escravos. Jesus faz-se escravo e lava os pés
dos seus discípulos. A cena do Lava-pés, ao lado da cruz, expressa o cume da
doação de si mesmo que Jesus faz à humanidade na Eucaristia. Ao substituir a
narração da Eucaristia pelo lava-pés, São João mostra-nos que a Eucaristia ao
nos unir a Cristo, deve levar-nos também a solidariedade com os nossos irmãos.
Comungar o Cristo, é comungar com o irmão. A cena do lava-pés que vamos
rememorar daqui a pouco não pode reduzir-se a uma representação sentimental do
gesto de Jesus, mas deve expressar o nosso propósito de traduzir esse gesto de
Jesus em atos de amor e de serviço aos nossos irmãos na nossa vida cotidiana.
É impossível
separar a Eucaristia do amor fraterno. A entrega total de Cristo na Última Ceia
pede de todo discípulo seu que se coloque a serviço do irmão mais necessitado.
“Se eu, Senhor e mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns
dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz” (Jo
13, 13-15). Lavar os pés uns dos outros significa fazer o bem aos outros,
particularmente, aos mais necessitados. O Senhor Jesus nos convida a aprender
dele a humildade e a coragem de retribuir sempre com a bondade e o perdão os
que nos ofendem. Jesus manso e humilde de coração fazei nosso coração
semelhante ao vosso.
separar a Eucaristia do amor fraterno. A entrega total de Cristo na Última Ceia
pede de todo discípulo seu que se coloque a serviço do irmão mais necessitado.
“Se eu, Senhor e mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns
dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz” (Jo
13, 13-15). Lavar os pés uns dos outros significa fazer o bem aos outros,
particularmente, aos mais necessitados. O Senhor Jesus nos convida a aprender
dele a humildade e a coragem de retribuir sempre com a bondade e o perdão os
que nos ofendem. Jesus manso e humilde de coração fazei nosso coração
semelhante ao vosso.
Texto do Blog da Diocese de Guarulhos
Imagens da Missa de hoje na Igreja Matriz em Tuntum




















