Dandam do Paredão aliado do prefeito está sendo perseguido por vereador da base do governo
O blog teve acesso a um vídeo de um jovem trabalhador conhecido como Dandam do Paredão aliado do prefeito Raimundinho. Na ocasião Dandam que é uma forte liderança local e aliado do prefeito denúncia que o vereador Tom Santos está trabalhando contra o prefeito, que segundo ele o prefeito está fazendo um bom trabalho, apesar de ser mal assessorado pelos vereadores da base.
Dandam conta que pediu ao prefeito para regularizar o fornecimento de água na
comunidade Campo Dantas e São José. Segundo está no vídeo o Dandam relata que que o prefeito autorizou a regularização do abastecimento de imediato, porém o vereador Tom Santos com ciúmes atrapalhou o trabalho para levar água ao povo de Presidente Dutra.
Na última seção da Câmara o vereador ainda atacou o Dandam que só estava procurado o bem da comunidade.
Infelizmente ao invés do vereador se aliar ao Dandam do Paredão para levar água ao povo ele fez foi atrapalhar, porém o prefeito Raimundinho viu a necessidade do povo e autorizou a funcionários resolvesse a demanda levada pelo Dandam.
O prefeito Fernando Pessoa não espera o fim do inverno para recuperar as estradas do município.
No início desta semana a equipe da SINFRA comandada pelo secretário de infraestrutura Wellington deu início à obra de recuperação da estrada que liga a BR-226 ao povoado Ipu-Iru que fica a cerca de 60 Km da sede do município.
A equipe da SINFRA tem trabalhado muito na recuperação e manutenção das estradas do município, pois o prefeito Fernando Pessoa sabe da importância de boas estradas para mater a ligação dos povoados à sede, tendo alguns dele a mais de 100 km de distância.
Após imagens reveladas com exclusividade pela CNN que mostram o general Gonçalves Dias, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), no Palácio do Planalto durante os ataques criminosos contra os Três Poderes, o ministro pediu demissão nesta quarta-feira (19).
Ele havia se reunido nesta quarta-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pouco antes da CNN confirmar seu pedido de demissão. Dias era tido como um militar próximo do presidente, por ter atuado em sua segurança pessoal durante os primeiros mandatos, de 2003 a 2009, e também durante a campanha de Lula para as eleições de 2022.
A saída do general ocorre após a divulgação de vídeos exclusivos da CNN do circuito interno de câmeras do Palácio do Planalto. Eles exibem Dias dentro do Palácio durante o ataque aos Três Poderes que ocorreu em 8 de janeiro, mais precisamente às 16h29. Inicialmente, ele caminha sozinho no terceiro andar do palácio, na antessala do gabinete do presidente da República, tenta abrir duas portas e depois entra no gabinete.
Após alguns minutos, o ministro aparece caminhando pelo mesmo corredor com alguns invasores. As imagens sugerem que ele indica a saída de emergência ao grupo de criminosos. Em seguida, surgem nas imagens outros integrantes do GSI, que parecem indicar também o caminho de saída para os invasores que estavam no terceiro andar do Palácio do Planalto.
Também é possível ver um capitão do Exército, integrante do GSI, circulando entre alguns invasores. Em uma das câmeras, na antessala do gabinete presidencial, ele faz um gesto a uma invasora e abre uma porta. O capitão do Exército aparece conversando com alguns invasores e, em seguida, os cumprimenta com um aperto de mão.
Outra câmera do terceiro andar, em outro momento, registra o mesmo capitão do Exército tentando conter um dos vândalos. No entanto, o responsável pela segurança não reage quando outro criminoso pega um extintor de incêndio. Segundo apuração da reportagem, o capitão do Exército e responsável pela segurança do Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro, atualmente, não integra mais a equipe do GSI.
Confira as imagens:
O governo federal publicou uma nota sobre o envolvimento de militares no 8 de janeiro, mas não falou explicitamente sobre a demissão do coronel Gonçalves Dias. Veja a nota na íntegra:
“A violência terrorista que se instalou no dia 8 de janeiro contra os Três Poderes da República alcançou um governo recém-empossado, portanto, com muitas equipes ainda remanescentes da gestão anterior, inclusive no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que foram afastados nos dias subsequentes ao episódio. As imagens do dia 8 de janeiro estão em poder da Polícia Federal, que tem desde então investigado e realizado prisões de acordo com ordens judiciais. No dia 17 de fevereiro, a Polícia Federal pediu autorização para investigar militares e, a partir do dia 27 de fevereiro, com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), tem realizado tais investigações, inclusive com a realização de prisões. Dessa forma, todos os militares envolvidos no dia 8 de janeiro já estão sendo identificados e investigados no âmbito do referido inquérito. Já foram ouvidos 81 militares, inclusive do GSI. O governo tem tomado todas as medidas que lhe cabem na investigação do episódio. E reafirma que todos os envolvidos em atos criminosos no dia 8 de janeiro, civis ou militares, estão sendo identificados pela Polícia Federal e apresentados ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. A orientação do governo permanece a mesma: não haverá impunidade para os envolvidos nos atos criminosos de 8 de janeiro”.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) “partiu para cima” do também parlamentar Dionilso Marcon (PT-RS), nesta quarta-feira, após uma discussão sobre a facada sofrida em 2018 pelo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ambos debatiam na Comissão de Trabalho da Câmara, quando o filho do ex-presidente citou o atentado cometido contra o então candidato. Marcon afirmou que a “facada foi fake”. Eduardo levantou da cadeira e precisou ser contido pelos colegas. Ele chamou Marcon de “veado” e pediu para que repetisse a frase.
“Queria me tirar do sério? Conseguiu. Decoro? Olha o que este veado está falando aqui! Não houve sangue? Desde quando a faca foi fake? Vocês tentaram matar o meu pai e agora querem me tirar do sério. Te enfio a mão na cara e perco o mandato com dignidade, seu filho da puta. Tá achando que está na internet?”, disse Eduardo Bolsonaro.
Em 2018, uma facada desferida por Adélio Bispo de Oliveira no então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, durante evento eleitoral em Juiz de Fora (MG), marcou a campanha. O atentado motivou uma série de teorias, que incluíam desde ligações do criminoso com políticos adversários a conluios para que o crime fosse acobertado.
Após analisar uma série de provas, a conclusão da Polícia Federal foi no sentido contrário: Adélio agiu sozinho.
E tal conclusão está amparada na análise exaustiva de imagens do dia, em mensagens e da quebra de sigilos telefônicos e bancários de Adélio e de pessoas que pudessem ter alguma ligação com o ato. Mas a investigação não encontrou qualquer elemento que indicasse a participação de mais pessoas.
Em 2019, Adélio foi considerado inimputável, ou seja, não poderia ser punido pelo crime, uma vez que uma perícia concluiu que ele tinha transtorno delirante persistente.
Por ser considerado perigoso, ele foi afastado do convívio social e está até hoje, quatro anos depois, internado em um presídio federal em Campo Grande (MS) para receber tratamento. Uma nova perícia realizada em julho deste ano constatou que o transtorno persiste.
Inquéritos
A PF abriu dois inquéritos para apurar a facada contra Bolsonaro. Um em 2018, logo após o atentado, e outro que só foi concluído em maio de 2020. A segunda apuração foi iniciada por decisão da própria PF para assegurar que não houve a participação de terceiros, com um eventual mandante — hipótese descartada após as investigações.
Nos documentos que compõem as investigações, a polícia citou vários pontos para demonstrar que não houve participação de mais pessoas além de Adélio no crime.
Segundo a PF, foram analisados 2 terabytes de imagens, incluindo mais de 150 horas de gravação de câmeras de segurança em Juiz de Fora ou feitas por pessoas que as pulicaram nas redes sociais. A apuração também checou 1.200 fotos do dia do atentado.
Além disso, a PF vasculhou mais de 250 gigabytes de informações em mídia, incluindo dados de celulares e computador, além de 600 documentos. Analisou ainda 6 mil comunicações de mensagens instantâneas, e periciou computadores da lan house que Adélio frequentava.
Outro ponto destacado pela polícia foram as 40.508 mensagens nas contas de e-mail de Adélio a partir de 2016, que não mostraram qualquer indício de que houve a participação de outras pessoas no crime cometido por ele.
As mensagens do Facebook de Adélio também não revelaram indícios de participação de outras pessoas. A PF cruzou ainda informações nos celulares de Adélio e dados cadastrais de 16,2 milhões de pessoas filiadas a todos os partidos políticos.
As quebras de sigilo bancário não revelaram aportes suspeitos, e o único valor na conta de Adélio que chegou a levantar alguma suspeita dos policiais era, na verdade, fruto de uma ação trabalhista movida por ele. Houve também 17 quebras de sigilo telefônico, das quais 12 de números diretamente relacionados a Adélio, mas nada apontou a participação de terceiros.
A PF também investigou quem pagou um curso de tiro que Adélio realizou em Santa Catarina meses antes do atentado. A conclusão foi que ele mesmo financiou a atividade.
Confissão
Em depoimento que prestou em agosto de 2019, o próprio Adelio disse que “nunca concordou com a tese de defesa de seu advogado, que alegou sua insanidade mental” e que “é réu confesso e gostaria de ter sido tratado como tal somente”.
A PF também periciou a faca usada por Adélio e constatou que “é dotada de lâmina afiada e ponta, sendo eficaz para causar feridas incisas e pérfuro-incisas, além de possuir cabo de plástico, eficaz para causar feridas contusas”. Estimou até mesmo seu valor de mercado: R$7.
Cumprindo agenda no Rio de Janeiro o prefeito Kleber Tratorzão participou de uma reunião na sede da ENEVA Brasil a cerca do projeto de extração de gás natural dos poços do Gavião Mateiro, localizados no município de São Domingos do Maranhão, que irão abastecer a Termoelétrica Parnaiba em Santo Antônio dos Lopes.
Na ocasião o prefeito Tratorzão que estava dama Nubia Patrol, do deputado estadual Rodrigo Lago foi recebido pela direção da empresa.
Após uma denúncia do Blog do Pedro Jorge no último 12 de abril, o abandono do Terminal Rodoviário de Presidente Dutra o prefeito Raimundinho deu início nesta segunda-feira (17), a obra de recuperação da mesma.
O Terminal Rodoviário de passageiros em Presidente Dutra é o mais importante da região tendo um dos maiores movimentos do estado por ser em um Entroncamento de duas importantes BRs (135 e 226), com um grande fluxo de embarque e desembarque de passageiros e encomendas.
O que levou o blog a fazer esta denúncia foram as reclamações dos usuários do terminal, feita por usuários e comerciantes que chegam a pagar até R$ 400,00 mensais de aluguel de box.
O prefeito Raimundinho já é o prefeito que mais tem obras abandonadas (inacabadas), em Presidente Dutra, sendo considerado em pesquisa popular como o pior gestor da região Central.
Três importantes ruas da cidade estão sem saída, pois o prefeito Raimundinho abandonou as obras tirou as bueiras das Ruas Pastor José Pedro de Araújo, Governador Luis Rocha e Diolino Barros a mais de 6 meses dizendo que ia fazer pontes e nada fez até agora com as rua ficando sem acesso a BR 226.
Assim como estás 3 obras, outras tantas estão abanadas pelo prefeito Raimundinho que começa e não termina.
A Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid) foi responsável por entregar mais de 100 obras em 2023. As inaugurações fazem parte do pacote de 300 obras e serviços executados nos primeiros 100 dias de gestão do governador Carlos Brandão.
As ações da Secretaria das Cidades contemplaram as áreas da Educação, com a reforma de escolas nas cidades de São João dos Patos e Bela Vista do Maranhão; Saúde, com a reforma dos hospitais dos municípios de Senador Alexandre, São Francisco do Brejão, Gonçalves Dias e Buritirana; e Esporte e Lazer, com a revitalização e construção de praças e quadras poliesportivas em Matinha, São Luís, Presidente Dutra, Mata Roma, Lima Campos, Lago Verde, Junco do Maranhão, Feira Nova do Maranhão, Timon, Colinas e Caxias.
“Trezentas obras e serviços em 100 dias de governo. Esse foi o compromisso que assumimos em 1º de janeiro de 2023, ao sermos reconduzidos ao Palácio dos Leões, em frente a toda população. Cumprimos a meta para mostrar à população do Maranhão que é possível fazer, basta querer”, afirmou o governador Carlos Brandão.
Por intermédio da Secid, o municipalismo do Governo do Estado garantiu, também, obras de pavimentação e construção de Sistemas Simplificados de Abastecimento de Água em mais de 70 municípios, garantindo mais mobilidade e saúde para a população.
A secretária de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano, Joslene Rodrigues, destacou o compromisso da pasta no cumprimento da meta estipulada pelo governador.
“A Secid realizou mais de 100 inaugurações nos últimos três meses. Foram inúmeros espaços públicos de qualidade entregues em municípios de todas as regiões do estado, como parte do compromisso do governador Carlos Brandão de entregar 300 obras e serviços em 100 dias. São ações que vão atender a população e melhorar aspectos de integração, inclusão social e qualidade de vida”, concluiu.
O prefeito Fernando Pessoa anunciou na tarde desta segunda-feira (17), a criação da Secretaria Municipal de Urbanismo, que terá o engenheiro civil Augusto Andrade como secretário.
Segundo o prefeito não haverá aumento de despesas para o município com a nova Secretaria, pois os funcionários serão desmembrados da Secretaria Municipal de Infraestrutura.
Augusto Andrade já faz parte do quadro do município.
O senador Weverton Rocha (PDT) declarou nesta segunda-feira (17), em entrevista ao Estadão, que é contra uma federação do PDT com o PSB já nas eleições de 2024.
Segundo ele, como a cláusula de barreira (ou de desempenho) é testada apenas nas eleições nacionais, não é necessário ter pressa.
Ex-presidente do partido em São Luís, o vereador Raimundo Penha corrobora a tese. “Sou contra a federação para a eleição de 2024. O PSB tem o governador; o ex-governador; a presidente da Assembleia Legislativa. Está muito fortalecido e com uma estrutura de poder muito grande. Aliar o PDT a ele, já valendo para o pleito do ano que vem, significa sufocar o nosso partido e impedi-lo de manter diálogo com outros campos políticos”, comentou, em entrevista à TV Guará.
Outro argumento dos pedetistas para adiar a formação da federação, é que, na capital maranhense, o PSB deve ter o deputado federal Duarte Júnior como candidato em 2024 – o que levaria o PDT a apoiá-lo no pleito.
“Na eleição de 2020, o PDT decidiu apoiar o [Eduardo] Braide. Esse apoio significou um ‘não’ ao nome do Duarte. A junção partidária nos imporia o nome do Duarte. Não que não possamos dialogar com o deputado federal, mas é necessário que tenhamos liberdade para dialogar com todos”, completou Penha.