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Família Ventura convida Missa de Sétimo de Boaventura Nery de Oliveira Neto, o Sr. Ventura

A Família
Ventura convida a todos os parentes e amigos para a visita e Missa de Sétimo Dia do
falecimento de Boaventura Nery de Oliveira Neto, o Sr. Ventura,  na próxima quinta-feira  (13).
Visita às
17:00 horas, no Cemitério São Francisco e às 18:15 horas Missa na Igreja Matriz.

“Aqueles
que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós, e permanecem vivos em
nossos corações.”

Lula é condenado a 9 anos e 6 meses de prisão

O juiz
Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira
instância, condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no processo
que envolve o caso da compra e reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no
litoral de São Paulo. Ele foi condenado a nove anos e seis meses pelos crimes
de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além de Lula, outras seis pessoas
foram condenadas no mesmo processo (veja abaixo a lista dos condenados).
É a primeira
vez, desde a Constituição de 1988, que um ex-presidente é condenado
criminalmente. A sentença foi publicada nesta quarta-feira (12). 
Veja a íntegra
da decisão de Moro.
 “A prática do crime de corrupção envolveu a
destinação de R$ 16 milhões a agentes políticos do Partido dos Trabalhadores,
um valor muito expressivo”, diz um trecho da sentença.
“O condenado
recebeu vantagem indevida em decorrência do cargo de Presidente da República,
ou seja, de mandatário maior. A responsabilidade de um Presidente da República
é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes”,
diz Moro no texto da decisão.
Ex-presidente
Lula é condenado a 9 anos e seis meses de prisão pelo processo do triplex
Triplex no
Guarujá
O que diz o
MPF: A construtora OAS destinou à família do ex-presidente Lula um triplex no
Condomínio Solaris, em frente à praia, em Guarujá. Antes de a empreiteira
assumir a obra, o edifício era comercializado pela antiga cooperativa de
crédito do Sindicato dos Bancários de São Paulo, conhecida como Bancoop, que
faliu. A ex-primeira-dama Marisa Letícia tinha uma cota do empreendimento.
O imóvel,
segundo o MPF, rendeu um montante de R$ 2,76 milhões ao ex-presidente. O valor
é a diferença do que a família de Lula já havia pagado pelo apartamento, somado
a benfeitorias realizadas nele.
Parte da
denúncia é sustentada com base em visitas que Lula e Marisa Letícia fizeram ao
apartamento, entre 2013 e 2014. Segundo procuradores, a família definiu as
obras a serem feitas no imóvel, como a instalação de um elevador privativo.
O que diz a
defesa: A defesa de Lula reconhece que Marisa Letícia tinha uma cota para
comprar um apartamento no Condomínio Solaris. No entanto, diz que ela desistiu
da compra quando a Bancoop faliu e a OAS assumiu o empreendimento.
Segundo os
advogados, o apartamento 164 A está em nome da OAS, mas, desde 2010, quem detém
100% dos direitos econômico-financeiros sobre o imóvel é um fundo gerido pela
Caixa Econômica Federal.
Sobre as
visitas de Lula e Marisa ao apartamento, a defesa alega que eles queriam
conhecer o imóvel e planejar uma possível compra. Afirmam, porém, que, mesmo
com as benfeitorias realizadas pela construtora, a compra não foi realizada.
Armazenamento
de bens
O que diz o
MPF: A OAS pagou R$ 1.313.747,24 para a empresa Granero guardar itens que Lula
recebeu durante o exercício da presidência, entre 2002 e 2010. O pedido foi
feito pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e pelo próprio
ex-presidente da República.
O que diz a
defesa: Os itens sob a guarda da Granero não eram bens de uso pessoal do
ex-presidente, mas faziam parte do acervo presidencial, que lhe foi concedido
pela Secretaria-Geral da Presidência da República, assim que ele deixou o
mandato. Segundo o Instituto Lula, a maior parte dos materiais são cartas,
camisetas e peças de artesanato.
Conforme
Paulo Okamotto, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro se ofereceu para ajudar
temporariamente o Instituto Lula a armazenar os objetos em um espaço que a
empresa já alugava na Granero. Okamotto nega qualquer irregularidade no apoio
dado pela OAS.
Nomeações na
Petrobras
O que diz o
MPF: Quando era presidente, Lula usou seu poder para manter na Petrobras os
ex-executivos Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e Renato Duque – já condenados
na Lava Jato por atuar em favor de um cartel que fraudava contratos na
Petrobras. O MPF defende que a manutenção deles nos cargos favoreceu o
consórcio liderado pela OAS.
O que diz a
defesa: Todas as nomeações para as diretorias da Petrobras foram feitas a
partir de indicações de aliados políticos. Lula apenas assinou as ordens para
que as pessoas assumissem os respectivos cargos.
Benefícios
para a OAS
O que diz o
MPF: Consórcios dos quais a OAS fazia parte conseguiram contratos para obras na
Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na Região
Metropolitana de Curitiba, e na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco.
Na Repar,
antes da licitação, a Petrobras fez um orçamento para a obra e estimou que
gastaria até R$ 1,4 bilhão. No entanto, a estatal acabou fechando contrato no
valor de R$ 2,079 bilhões, quase 50% a mais do esperado. Outros dois contratos
com sobrepreço ocorreram na Rnest. Juntos, custaram cerca de R$ 4,4 bilhões.

O que diz a
defesa: Lula não atuou em favor de cartel na Petrobras, e não há evidências que
suportem a denúncia. O foco de corrupção alvo da Lava Jato está restrito a
alguns agentes públicos e privados, que atuavam de forma independente, regidos
pela dinâmica de seus próprios interesses, e alheios à Presidência da
República.
Do G1

Senadores Roberto Rocha, João Alberto e Lobão votaram contra o trabalhador Brasileiro.

Edison Lobão
(PMDB), João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB) votaram a favor da reforma
trabalhista, aprovada nesta terça-feira (11) por 50 votos a favor, 26 contra e
uma abstenção. A proposta altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT), permitindo, dentre as mudanças, que o acordado entre patrões e
empregados prevaleça sobre o legislado nas negociações trabalhistas.
Veja abaixo
as principais mudanças com a reforma trabalhista:
Férias
Regra atual
As férias de
30 dias podem ser fracionadas em até dois períodos, sendo que um deles não pode
ser inferior a 10 dias. Há possibilidade de 1/3 do período ser pago em forma de
abono.
Nova regra
As férias
poderão ser fracionadas em até três períodos, mediante negociação, contanto que
um dos períodos seja de pelo menos 15 dias corridos.
Jornada
Regra atual
A jornada é
limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver
até 2 horas extras por dia.
Nova regra
Jornada
diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de
44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.
Tempo na
empresa
Regra atual
A CLT
considera serviço efetivo o período em que o empregado está à disposição do
empregador, aguardando ou executando ordens.
Nova regra
Não são
consideradas dentro da jornada de trabalho as atividades no âmbito da empresa
como descanso, estudo, alimentação, interação entre colegas, higiene pessoal e
troca de uniforme.
Descanso
Regra atual
O
trabalhador que exerce a jornada padrão de 8 horas diárias tem direito a no
mínimo uma hora e a no máximo duas horas de intervalo para repouso ou
alimentação.
Nova regra
O intervalo
dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos
30 minutos. Além disso, se o empregador não conceder intervalo mínimo para
almoço ou concedê-lo parcialmente, a indenização será de 50% do valor da hora
normal de trabalho apenas sobre o tempo não concedido em vez de todo o tempo de
intervalo devido.
Remuneração
Regra atual
A
remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao
piso da categoria ou salário mínimo. Comissões, gratificações, percentagens,
gorjetas e prêmios integram os salários.
Nova regra
O pagamento
do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produção.
Além disso, trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de
remuneração, que não precisam fazer parte do salário.
Plano de
cargos e salários
Regra atual
O plano de
cargos e salários precisa ser homologado no Ministério do Trabalho e constar do
contrato de trabalho.
Nova regra
O plano de
carreira poderá ser negociado entre patrões e trabalhadores sem necessidade de
homologação nem registro em contrato, podendo ser mudado constantemente.
Transporte
Regra atual
O tempo de
deslocamento no transporte oferecido pela empresa para ir e vir do trabalho,
cuja localidade é de difícil acesso ou não servida de transporte público, é
contabilizado como jornada de trabalho.
Nova regra
O tempo
despendido até o local de trabalho e o retorno, por qualquer meio de
transporte, não será computado na jornada de trabalho.
Trabalho
intermitente (por período)
Regra atual
A legislação
atual não contempla essa modalidade de trabalho.
Nova regra
O
trabalhador poderá ser pago por período trabalhado, recebendo pelas horas ou
diária. Ele terá direito a férias, FGTS, previdência e 13º salário
proporcionais. No contrato deverá estar estabelecido o valor da hora de
trabalho, que não pode ser inferior ao valor do salário mínimo por hora ou à
remuneração dos demais empregados que exerçam a mesma função. O empregado
deverá ser convocado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência. No
período de inatividade, pode prestar serviços a outros contratantes.
Trabalho
remoto (home office)
Regra atual
A legislação
não contempla essa modalidade de trabalho.
Nova regra
Tudo o que o
trabalhador usar em casa será formalizado com o patrão via contrato, como
equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será
feito por tarefa.
Trabalho
parcial
Regra atual
A CLT prevê
jornada máxima de 25 horas por semana, sendo proibidas as horas extras. O
trabalhador tem direito a férias proporcionais de no máximo 18 dias e não pode
vender dias de férias.
Nova regra
A duração
pode ser de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais,
ou de 26 horas semanais ou menos, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo
de 50%. Um terço do período de férias pode ser pago em dinheiro.
Negociação
Regra atual
Convenções e
acordos coletivos podem estabelecer condições de trabalho diferentes das
previstas na legislação apenas se conferirem ao trabalhador um patamar superior
ao que estiver previsto na lei.
Nova regra
Convenções e
acordos coletivos poderão prevalecer sobre a legislação. Assim, os sindicatos e
as empresas podem negociar condições de trabalho diferentes das previstas em
lei, mas não necessariamente num patamar melhor para os trabalhadores. Em
negociações sobre redução de salários ou de jornada, deverá haver cláusula
prevendo a proteção dos empregados contra demissão durante o prazo de vigência
do acordo. Esses acordos não precisarão prever contrapartidas para um item
negociado. Acordos individualizados de livre negociação para empregados com
instrução de nível superior e salário mensal igual ou superior a duas vezes o
limite máximo dos benefícios do INSS (R$ 5.531,31) prevalecerão sobre o
coletivo.
Prazo de
validade das normas coletivas
Regra atual
As cláusulas
dos acordos e convenções coletivas de trabalho integram os contratos
individuais de trabalho e só podem ser modificados ou suprimidos por novas
negociações coletivas. Passado o período de vigência, permanecem valendo até
que sejam feitos novos acordos ou convenções coletivas.
Nova regra
O que for
negociado não precisará ser incorporado ao contrato de trabalho. Os sindicatos
e as empresas poderão dispor livremente sobre os prazos de validade dos acordos
e convenções coletivas, bem como sobre a manutenção ou não dos direitos ali
previstos quando expirados os períodos de vigência. E, em caso de expiração da
validade, novas negociações terão de ser feitas.
Representação
Regra atual
A
Constituição assegura a eleição de um representante dos trabalhadores nas
empresas com mais de 200 empregados, mas não há regulamentação sobre isso. Esse
delegado sindical tem todos os direitos de um trabalhador comum e estabilidade
de dois anos.
Nova regra
Os
trabalhadores poderão escolher 3 funcionários que os representarão em empresas
com no mínimo 200 funcionários na negociação com os patrões. Os representantes
não precisam ser sindicalizados. Os sindicatos continuarão atuando apenas nos
acordos e nas convenções coletivas.
Demissão
Regra atual
Quando o
trabalhador pede demissão ou é demitido por justa causa, ele não tem direito à
multa de 40% sobre o saldo do FGTS nem à retirada do fundo. Em relação ao aviso
prévio, a empresa pode avisar o trabalhador sobre a demissão com 30 dias de
antecedência ou pagar o salário referente ao mês sem que o funcionário precise
trabalhar.
Nova regra
O contrato
de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com pagamento de metade do
aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. O empregado poderá
ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, mas
não terá direito ao seguro-desemprego.
Danos morais
Regra atual
Os juízes
estipulam o valor em ações envolvendo danos morais.
Nova regra
A proposta
impõe limitações ao valor a ser pleiteado pelo trabalhador, estabelecendo um
teto para alguns pedidos de indenização. Ofensas graves cometidas por
empregadores devem ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do
ofendido.
Contribuição
sindical
Regra atual
A
contribuição é obrigatória. O pagamento é feito uma vez ao ano, por meio do
desconto equivalente a um dia de salário do trabalhador.
Nova regra
A
contribuição sindical será opcional.
Terceirização
Regra atual
O presidente
Michel Temer sancionou o projeto de lei que permite a terceirização para
atividades-fim.
Nova regra
Haverá uma
quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo
para recontratá-lo como terceirizado. O texto prevê ainda que o terceirizado
deverá ter as mesmas condições de trabalho dos efetivos, como atendimento em
ambulatório, alimentação, segurança, transporte, capacitação e qualidade de
equipamentos.
Gravidez
Regra atual
Mulheres
grávidas ou lactantes estão proibidas de trabalhar em lugares com condições insalubres.
Não há limite de tempo para avisar a empresa sobre a gravidez.
Nova regra
É permitido
o trabalho de mulheres grávidas em ambientes considerados insalubres, desde que
a empresa apresente atestado médico que garanta que não há risco ao bebê nem à
mãe. Mulheres demitidas têm até 30 dias para informar a empresa sobre a
gravidez.
Banco de
horas
Regra atual
O excesso de
horas em um dia de trabalho pode ser compensado em outro dia, desde que não
exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho
previstas. Há também um limite de 10 horas diárias.
Nova regra
O banco de
horas pode ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação
se realize no mesmo mês.
Rescisão
contratual
Regra atual
A
homologação da rescisão contratual deve ser feita em sindicatos.
Nova regra
A
homologação da rescisão do contrato de trabalho pode ser feita na empresa, na
presença dos advogados do empregador e do funcionário – que pode ter
assistência do sindicato.
Ações na
Justiça
Regra atual
O
trabalhador pode faltar a até três audiências judiciais. Os honorários
referentes a perícias são pagos pela União. Além disso, quem entra com ação não
tem nenhum custo.
Nova regra
O
trabalhador será obrigado a comparecer às audiências na Justiça do Trabalho e,
caso perca a ação, arcar com as custas do processo. Para os chamados honorários
de sucumbência, devidos aos advogados da parte vencedora, quem perder a causa
terá de pagar entre 5% e 15% do valor da sentença.
O trabalhador
que tiver acesso à Justiça gratuita também estará sujeito ao pagamento de
honorários de perícias se tiver obtido créditos em outros processos capazes de
suportar a despesa. Caso contrário, a União arcará com os custos. Da mesma
forma, terá de pagar os honorários da parte vencedora em caso de perda da ação.
Além disso,
o advogado terá que definir exatamente o que ele está pedindo, ou seja, o valor
da causa na ação.
Haverá ainda
punições para quem agir com má-fé, com multa de 1% a 10% da causa, além de
indenização para a parte contrária. É considerada de má-fé a pessoa que alterar
a verdade dos fatos, usar o processo para objetivo ilegal, gerar resistência
injustificada ao andamento do processo, entre outros.

Caso o
empregado assine a rescisão contratual, fica impedido de questioná-la
posteriormente na Justiça trabalhista. Além disso, fica limitado a 8 anos o
prazo para andamento das ações. Se até lá a ação não tiver sido julgada ou
concluída, o processo será extinto.
Do Jornal Pequeno.

O presidente Temer, prefeito Tema, senadores e deputados federais do Maranhão definem uma maneira para aliviar o corte do repasse do Fundeb.

Aconteceu na
manhã desta terça-feira (11) uma reunião com a presença do presidente da  Republica Michel Temer, o ministro da Educação José Mendonça Filho, o
ministro da Fazenda Henrique Meireles,  o
presidente do FNDE, Sílvio Pinheiro, o presidente da Federação dos Municípios
do Estado do Maranhão (FAMEM), Tema Cunha, os senadores Roberto Rocha, Edson
Lobão e João Alberto e os  deputados
federais da bancada maranhense para tratar da questão do Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
Educação (Fundeb), a respeito  da
portaria nº 823/2017, editada e publicada na semana passada que autoriza o
desconto de R$ 224 milhões das contas das prefeituras do estado referente ao
ajuste anual do Fundeb de 2016.
Ficou
definido pelo presidente Temer e seus auxiliares a antecipação de R$ 168
milhões, resultante da compensação do segundo semestre e que seria liberado no
mês de dezembro, como forma de amortizar os problemas financeiros do estado e
dos municípios.
Essa
antecipação do recurso do segundo semestre para ainda este mês de julho, e
dessa forma, as prefeituras consigam pagar a folha do mês, e suas obrigações em
dias.

O presidente
da FAMEM disse ao Blog do Pedro Jorge, que esta é uma saída de consenso e que
vai amenizar os problemas do município, onde dará tempo para que os gestores se
preparem para dezembro. 
Veja os
deputados do Maranhão que estavam presentes;
Hildo Rocha
(PMDB), Cleber Verde (PRB), Pedro Fernandes (PTB), Victor Mendes (PV), Alberto
Filho (PMDB) , Rubens Júnior (PCdoB), Zé Reinaldo (PSB), Waldir Maranhão (PP),
Juscelino Filho (PEN) Aluísio Mendes (Podemos), André Fufuca (PEN): 56.879 –
Júnior Marreca (PEN) e Weverton Rocha (PDT)

Presidente da FAMEM e deputados irão se reunir com Michel Temer nesta terça-feira na tentativa de rever corte do FUNDEB

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do
Maranhão (FAMEM), prefeito de Tuntum, Tema, e os deputados que integram a
bancada maranhense em Brasília irão se reunir nesta terça-feira (11), às 11:00 horas,
na capital federal, com o presidente Michel Temer (PMDB).
Na pauta, uma alternativa que evite o desconto, de uma só
vez, de R$ 224 milhões de recursos do ajuste do FUNDEB de 2016.
Os municípios maranhenses serão penalizados com a perda de R$
177 milhões. Já o estado sofrerá um déficit de R$ 47 milhões.
Nesta segunda-feira, Tema reuniu-se com os membros da bancada
e iniciou as tratativas que serão apresentadas ao presidente.

A FAMEM e os parlamentares defendem o parcelamento, em até 12
vezes, do desconto.
De Glaúcio Ericeira

Jovem morre eletrocutada em Jenipapo dos Vieiras

A jovem Cleitiany dos Santos Sousa Nepomuceno de 30 anos, morreu no
ultimo domingo (09) vítima de uma descarga elétrica da geladeira
quando limpava sua casa.
Cleitiany, que era casada com o professor Roberto Nepomuceno,
ex-jogador do Cordino, deixa uma filha de 1 ano e 6 meses.

O prefeito Moisés Ventura, decretou luto oficial de três dias
pelo falecimento de Cleitiany, que era agente administrativa da Prefeitura
Municipal de Jenipapo dos Vieiras. 

Temer não cumpre acordo e corta R$ 224 milhões do repasse FUNDEB para municípios maranhenses.

O presidente
da  FAMEM e prefeito de Tuntum, Tema
Cunha viajou na tarde deste domingo (09) para Brasília, onde mais uma vez irá
se reunir com a bancada maranhense, com a finalidade de reverter o corte de R$
224 milhões do repasse FUNDEB para prefeituras e estado.
O governo
federal irá penalizar as prefeituras do Maranhão com um corte de R$ 177
milhões, referente ao ajuste anual do FUNDEB, já nesta segunda-feira (10), dia
no qual também será debitada a primeira parcela de julho do Fundo de
Participação dos Municípios (FPM).
A medida
também atingirá o governo do estado, que perderá R$ 47 milhões. O desconto,
segundo análise da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), estava previsto
para acontecer somente no fim da próxima semana.
O corte do FUNDEB
foi autorizado por meio de portaria governamental publicada na quinta-feira
(06) no Diário Oficial da União. Trata-se de um descumprimento de acordo, por
parte da gestão do presidente Michel Temer (PMDB), feito com Federação dos
Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM) e a bancada maranhense em Brasília
.
Nos sistemas
financeiros do FUNDEB da maioria das prefeituras do estado, o desconto já
aparece provisionado (agendado) e está causando pânico entre os gestores
municipais, que avaliam o corte, de uma só vez, como “uma situação de caos que
irá instalar-se no setor educacional dos municípios, prejudicando diversas
ações e o pagamento da folha de professores, por exemplo,” disse Tema.

No extrato
do município de Tuntum, já está provisionado R$ 969.782,97 quase R$ 1 milhão,
ficando impossível a gestão cumprir os compromissos com folha de pagamento.
O governador
Flávio Dino e o presidente da FAMEM Tema Cunha tentam reverter na Justiça a
decisão do presidente Temer de retirar de uma só vez todo o dinheiro dos municípios
e estado.

O deputado
federal Waldir Maranhão, falou ao Blog do Pedro Jorge hoje pela manhã que a bancada
maranhense se reunir amanhã (10) e irá pressionar para que o acordo do
parcelamento seja cumprido. 
Vídeo do Tema mobilizando os prefeito do Maranhão

Governo investe na construção de hospital regional em Lago da Pedra

 Dando prosseguimento às ações regionalizadas
na área da Saúde, o Governo do Estado está investindo na construção de um
hospital regional em Lago da Pedra, na região de Pindaré. Com 50 leitos, a obra
executada pelas Secretarias de Estado da Saúde (SES) e Infraestrutura (Sinfra),
beneficiará além dos lago-pedrenses, moradores de outros doze municípios da
Unidade Regional de Saúde de Pedreiras. Os moradores terão acesso a atendimento
especializado sem precisar realizar grandes deslocamentos.
O secretário
de Estado da Saúde, Carlos Lula, destacou que a construção do hospital faz
parte do conjunto de obras e serviços que estão sendo implementados de forma
regionalizada no estado. “O governo tem trabalhado em ações que beneficiem os
municípios e suas regiões, otimizando os recursos e ampliando o alcance dos
serviços oferecidos. É dessa forma que temos avançado por todo o Maranhão,
primando por iniciativas que contemplem o maior número de cidadãos, a exemplo
dos hospitais de Bacabal, Imperatriz, Pinheiro, Santa Inês e Caxias, entregues
nesta gestão”, enfatizou.
A secretária
adjunta de Obras Setoriais da Sinfra, Leonara Gondim, ratificou os benefícios
da obra para a região, levando em consideração as características físicas do
hospital. “Com 50 leitos, a unidade foi planejada para abrigar sala de obstetrícia,
centros cirúrgicos, salas de raio-X, mamografia, tomografia e ultrassom, além
de espaços para coleta de sangue e laboratório. Construída com alto padrão de
qualidade, numa área se aproximadamente 4 mil metros quadrados, a obra levará
benefícios imensuráveis à saúde da população local e regiões vizinhas”, disse.
Orçada em R$
8.525.928,52 e financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES), a unidade de saúde dará suporte, além de Lago da Pedra, às
cidades da regional de saúde de Pedreiras, que inclui também os municípios de
Bernardo do Mearim, Esperantinópolis, Igarapé Grande, Lago do Junco, Lago dos
Rodrigues, Lagoa Grande do Maranhão, Lima Campos, Poção de Pedras, São Raimundo
do Doca Bezerra, São Roberto e Trizidela do Vale.
Os serviços
que serão oferecidos no hospital serão definidos em diálogo com os gestores
municipais, a fim de atender as demandas da região. “Nossa preocupação está em
oferecer serviços que atendam às necessidades da população local, reorganizando
a distribuição das especialidades pelo estado e evitando longos deslocamentos
em busca de atendimento”, destacou a secretária adjunta de Assistência à Saúde
da SES, Teófila Monteiro.

“Essa é uma
obra importante porque vai desafogar os hospitais de Bacabal, Pedreiras e
Presidente Dutra. Os pacientes não precisarão mais percorrer grandes distâncias
em busca de atendimento. O hospital será muito resolutivo para os moradores de
municípios circunvizinhos, pois oferecerá assistência especializada perto de
casa, beneficiando, especialmente, municípios de menores IDH do estado que
estão localizados na região”, reforçou o coordenador das regionais de saúde,
Aristeu Marques Almeida.
De Walney Batista. 

Quarto assassinato em três dias em São Domingos do Maranhão.

Mais um
assassinato foi registrado na noite de ontem (08) no município de São Domingos
do Maranhão, fazendo crescer o alarmante índice de homicídio. O fato se deu no
povoado Baixão Grande, localizado as margens da BR 135, a 12 km da sede.
Em
conformidade com informações policiais, o ato criminoso se desenhou e consumou
por volta das 23:00 horas, no Clube do Galego, após uma ardilosa discussão
entre a vítima José Cosme Neto, vulgo Gulica, e Francisco Wilson Silva
Oliveira, conhecido como filho da Meruoca, residente na rua do Mini Posto, no
mesmo povoado.
No calor da
discussão teria havido uma troca de tiros entre os envolvidos, culminando na
morte instantânea de Gulica.
Policiais
Militares de São Domingos estiveram no local fazendo averiguações sobre o
ocorrido e buscas sobre o paradeiro do suspeito, que não foi localizado. A
Polícia Civil irá instaurar inquérito para apurar e investigar o assassinato de
Gulica. Com mais essa morte sobe para quatro o número de pessoas assassinadas nos
últimos três dias. 
Fonte: Blog do Lobão