
Ex-secretários de Flávio Dino e aliados do comunista que permanecem na gestão estadual reclamam da paralisação do governo de Carlos Brandão.
Enquanto uns criticam a articulação política, outros acusam Brandão de desmontar uma máquina que estava funcionando, com a paralisação de programas e ações e substituição de quadros essenciais para o funcionamento do Executivo.
Aliados de Dino também relatam uma desmobilização generalizada, com perseguição de pessoas remanescentes do governo comunista e servidores mantidos apenas para receber salários, sem qualquer prestígio junto aos novos secretários.
Em consequência disso, dizem as fontes, há um sentimento crescente de inércia política e administrativa. A falta de sintonia chega ser evidente dentro e fora do governo. Nas redes sociais, aliados de Dino evitam divulgar qualquer coisa relacionada a Brandão.
Enquanto isso nos corredores do Palácio dos Leões começa a ficar cristalizado o sentimento de governo-tampão, provisório, com Brandão fora do segundo turno e Weverton Rocha polarizando com Lahesio Bonfim.
Ainda há relatos de um possível plano B de Brandão, que apoiaria Weverton nesse cenário em troca de um assento no Tribunal de Contas do Maranhão.
É nesse clima de salve-se quem puder que os irmãos Brandão terminam o primeiro mês de governo.





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